Oct 10
Esta sem dúvida é uma das dúvidas mais comuns dentre usuários novatos no Linux. Se você sempre quis saber como instalar programas (principalmente aqueles .tar.gz e .tar.bz2), e quando pergunta num forum o pessoal manda você olhar no Google, leia este texto que lhe será muito útil.

Instalar programas no Linux sem dúvida é a tarefa mais difícil a se aprender do ponto de vista do deskstop, seja ele corporativo ou pessoal. Na verdade, instalar programas no Linux é muito fácil, contando que tenhamos o pacote certo para nossa distribuição (mas nem sempre dispomos de tal). Você ja deve ter ouvido falar muito na palavra “pacote”. Pois bem, no Linux chamamos de pacote um arquivo que contêm um programa, um conjunto de bibliotecas ou mesmo alguns arquivos compactados. Quando vamos instalar um programa no Linux, primeiro devemos seguir os passos a seguir:
1 - Procurar por um pacote já compilado específico para nossa distribuição.
Este passo significa tentar localizar o programa já prontinho para uso. Verifique qual o formato de empacotamento que sua distribuição usa (rpm, deb, tgz, etc). Primeiramente tentamos achar o pacote nos sistemas de instalação automatizada de sua própria distribuição (apt-get, yast, yum, etc). Se não encontrarmos, devemos então partir em busca do pacote pela internet. Ao encontrar o pacote, devemos nos atentar para qual versão do Linux ele se destina e qual distribuição. Geralmente você pode saber isso pelo próprio nome do arquivo. Por exemplo: um pacote rpm para fedora core 3, geralmente tem “FC3″ no nome. Pesquise pela descrição, e se não encontrar o programa para a versão exata de sua distribuição, tente a mais próxima (um pacote do conectiva 9 tem muito mais chance de dar certo no conectiva 10 do que um do suse, por exemplo). Se você está atraz do jogo “foobillard” para “fedora 4″, por exemplo, tente buscar no google pelos termos “foobillard fedora 4 rpm”.
2 - Tentar localizar um pacote binário instalável
Alguns programas possuem instaladores e já vem compilados de tal forma que rodem em praticamente qualquer distribuição. Um exemplo disso é o Firefox que possui um instalador gráfico inclusive. Esse tipo de pacote geralmente vem com extensões “.bin” ou “.run”. Para instalar um programa destes, basta executá-lo por um terminal como administrador. Para isso utilize: “sh programa.run”. Caso não funcione, adicione permissão para execução (chmod +x programa.run) e em seguida execute “./programa.run”.
3 - Procure um pacote “.package”
Existe um formato automatizado de instalação que se chama “auto package”. Geralmente os programas que o utilizam também podem ser encontrados em outros tipo de pacotes (rpm, deb, etc), mas nem sempre na última versão. Esta é uma ótima alternativa a sistemas com pacotes obsoletos. Você pode procurar por pacotes “.package” no site oficial que está aqui. Para se instalar um pacote “.package” o procedimento é semelhante ao dos pacotes “.run” ou “.bin”. Basta executá-los que todo o processo será automatizado.
4 - Pegar o código fonte (pacotes “.tar.gz” e “.tar.bz2″)
Em último caso você deve pegar os pacotes do código fonte (a menos que você realmente queira compilar o programa para otimizá-lo para sua máquina). Os pacotes “source” (estes que vêm o código fonte) são bem mais complicados de se instalar que os outros. Basicamente você não baixará o programa, mas apenas seus códigos assim como os programadores o criaram. Você deve então transformá-los em binários (executáveis que só o computador entende) para então executá-los. Este processo se chama “compilação”. Não é nenhum bixo de 7 cabeças, mas para quem está acostumado com a tecnologia “NNF” (Next, Next, Finish) pode se tornar um processo um tanto quanto cansativo, porém para alguns é quase que uma terapia ^_^.
Primeiramente devemos nos certificar se possuimos os compiladores básicos instalados e demais ferramentas necessárias para o processo. Para programas escritos em “C”, os pacotes são: make, binutils, gcc, ncurses, ncurses-devel, cpp e tk. Possivelmente você também pode precisar do dialog, kernel-source, kernel-headers e diversos outros pacotes de desenvolvimento de bibliotecas. Algumas distribuições facilitam a instalação destes pacotes de compilação através de um “meta-pacote” (um pacote “falso” que traz todos os outros como dependência). No Conectiva, por exemplo, este pacote se chama “task-c-compiling” e no Ubuntu “build-essential”. Com estes pacotes básicos instalados vamos para o próximo passo.
A arte de compilar e instalar pacotes, em 90% dos casos, está em ler a documentação. Se você conseguiu me aguentar até aqui neste artigo, provavelmente não terá problemas quanto a isso, mas para os preguiçosos de plantão, estes sim irão quebrar a cabeça e dizer que Linux é difícil… rs. Ao extrair o pacote source, você provavelmente encontrará um arquivo “README” e um arquivo “INSTALL”. O arquivo readme geralmente traz algumas notas do programa e o arquivo install traz instruções de instalação. Lá você ficará sabendo o que instalar antes de compilar seu pacote. Estes pacotes adicionais que devemos instalar são chamados de “dependências”. Preste muita atenção para o seguinte detalhe: Quando vamos compilar algo, precisamos dos pacotes de desenvolvimento de cada dependência. Eles geralmente possuem uma terminação diferenciada como “-dev” ou “-devel”. Você pode instalar a maioria deles pela ferramenta automatizada de instalação da sua distribuição. Se no arquivo install diz que é preciso ter a biblioteca “libsdl” não basta instalar apenas este pacote, mas também o “libsdl-dev” que contém os arquivos de desenvolvimento da biblioteca. Este é o grande “pulo do gato” se é que existe um.
Bem, vamos agora executar o script “configure” que está na maioria dos pacotes a serem compilados da internet. Para isso abrimos um terminal, vamos através dele até o diretório onde estão os arquivos descompactados e o executamos da seguinte forma:
./configure
Este script irá checar se seu computador atende às necessidades mínimas para se compilar o programa. É muito provável que ele não chegue no final de uma vez, mas pare no meio reclamando com algum erro mas fique calmo! Preste atenção nesse erro, pois geralmente ele já lhe indica a solução. Se ele disser por exemplo que não encontrou determinada biblioteca, pode ser que ela não esteja instalada ou então você se esqueceu do pacote de desenvolvimento dela (lembra dos “-dev”?). Instale a dependência e execute novamente o script configure. Se ele parar em outro arquivo, vá atraz da dependência e assim até ele executar tudo sem dar nenhum erro. Ao final ele cria o arquivo Makefile e alguns arquivos de configuração. De posse do Makefile e com tudo configurado corretamente é hora de compilar. Use o seguinte comando:
make
Este processo geralmente demora muito, então aproveite para tomar uma água, ir ao banheiro ou as duas coisas, não necessariamente nesta ordem. Dependendo do programa o processo pode levar horas, e dependendo pode levar segundos. Se algum erro aparecer nesta parte do processo, recomendo que você coloque as mensagens de erro em um forum de Linux especializado, pois as mensagens de saída do compilador não são tão fáceis de se decifrar quanto as do script de configuração. Se tudo correr bem, após algum tempo o compilador termina o trabalho sem erros. Pronto agora você já possui o programa compilado. Geralmente você pode executá-lo direto do diretório (normalmente o executável fica dentro do diretório “src”), mas se você quiser pode instalá-lo agora e o deixar disponível para todos usuários. Para fazer isto, torne-se root, vá até o diretório que contém o programa compilado (você pode usar o comando “su” apenas sem aquele tracinho “-” para virar root e permanecer no diretório) e execute:
make install
Após instalado, você deve guardar o diretório com o programa compilado e desinstalado. Recomendo que você o copie para o diretório do root (/root). Ele será necessário para se no futuro você quiser desinstalar o programa. Para desinstalar o programa, como root entre no diretório dele e execute:
make uninstall
Se você não quiser guardar o código fonte e prefirir algo mais automatizado, recomendo pesquisar sobre um software chamado “checkinstall”. Ele é encontrado em distribuições baseadas no RedHat e Debian (rpm e deb). Se você o instalar, tudo que deve fazer é, ao invés de executar o “make install” executar “chekinstall” que ele fará alguma perguntas para você. Quando terminar ele irá instalar o programa e ao mesmo tempo criar um pacote rpm ou deb (dependendo do sistema de empacotamento utilizado pela sua distribuição). A vantagem de se utilizar o checkinstall é que você pode desinstalar o programa mais tarde pelo gerenciador de pacotes de sua distribuição sem precisar guardar o código fonte, e de quebra pode mandar o pacote que você criou compilado para seus amigos que também partilham da mesma distribuição que você (pode ser que não funcione devido a falta de bibliotecas necessárias no computador de seus amigos. Instale as mesmas bibliotecas que você utilizou no momento da compilação).
Não se esqueça de ler a documentação. A maioria dos programas a serem compilados são instalados da forma acima, mas muitos deles possuem métodos diferenciados e/ou são escritos em outras linguagens, portanto utilizam outros compiladores.

Com isso concluimos um breve tutorial que deve introduzir muitos usuários na arte de instalar programas no Linux. Sempre que surgir uma dúvida lembre-se de pedir ajuda em uma comunidade Linux que sempre há alguém disposto a lhe ajudar.

written by LedStyle \\ tags: , , , , , , , ,

Oct 08
Bom pessoal, aqui está a notícia em primeiríssima mão. Esta é realmente quente!

Concurso de logomarcas Tux Resources

Nós da Tux Resources vamos promover um concurso de logomarcas. O regulamento ainda está sendo definido assim como o apoio e possivelmente um patrocinador, mas o que eu posso adiantar para vocês é que teremos um prêmio muito chamativo, esta é nossa estratégia. Provavelmente não será apenas 1 prêmio, mas vários.
Pra os apressadinhos de plantão, apenas adianto uma das regras para a criação de logomarcas, já pra o pessoal que quer começar a desenvolver não criar à toa: Só serão aceitas logomarcas em vetor. Pra quem não sabe o que é isso, são logomarcas feitas com gráficos escaláveis como SVG, AI, CDR, EPS, etc. Você pode criar no Inkscape, Sodipodi, Corel Draw, Adobe Illustrator, Macromedia Freehand ou outros programas de ilustração vetorial, mas não pode usar softwares como GIMP e Photoshop.
Vou explicar o porquê: Gráficos escaláveis são em geral muito mais “utilizáveis” que os outros. Eles são mais flexíveis tanto para alterações como para tamanho. Se você criar uma logomarca em SVG com 1 cm de largura, por exemplo, pode expandir para 1 km que ela não perderá NADA de qualidade. É o formato ideal para logomarcas. Outro detalhe é que se você cria no Photoshop, por exemplo, e aplica aquele monte de filtros, mais tarde aqueles efeitos não poderiam ser usados em alguns tipos de mídia como “silk” (tecnologia para estampas de camisetas).
Logo mais vocês terão novidades. As informações entrarão na página inicial da Tux Resources assim que tudo estiver 100% definido.

written by LedStyle \\ tags: , , , , , , ,

Oct 06
Recentemente, presenciei um post de um novato em um forum de Linux. Ele estava reclamando que o Ubuntu não é um sistema completo. Ele se queixava pelo fato de o Ubuntu não vir com o MPlayer (player de vídeo super compatível), suporte a MP3, XMMS (um tocador de músicas no mesmo estilo do Winamp), Blender (um poderoso software de modelagem 3D e animação), aMSN (um cliente do MSN messenger), programas para gravar CDs e o Inkscape (um ótimo software de ilustração vetorial). Reclamava ainda dizendo que o Linux nunca conseguiria ser mais fácil que o Windows e conquistar novos usuários enquanto não fosse tão completo como o Windows que teoricamente ja vem com tudo configurado (segundo ele).
Ora pois, aproveitarei meu blog para defender o Linux explicando alguns equivocos por ele cometidos. Vou usar como base a mesma resposta que dei a ele.
Com você que usa Windows, gostaria de confirmar algumas coisas. Seu windows já veio com o Microsoft Office instalado não é verdade? E o Photoshop também deve ter vindo de brinde, junto com o Corel Draw ou Illustrator, afinal como você vai brincar de design? E tenho certeza que o Winamp já deve ter vindo instalado também juntamente com o 3D Studio ou algum outro software equivalente de modelagem 3D. Ah… o MSN messenger e ICQ também estão na instalação padrão e o Nero já veio completo pra você poder usufruir ao máximo seu gravador de CD/DVD! E inclusive provavelmente você baixou seu Windows diretamente do site da Microsoft gratuitamente não foi? E você também provavelmente se cadastrou para receber na sua casa uns 30 CDs do Windows completos via correio sem nenhum custo.

Pois é, parece engraçado o que eu estou falando, mas veja bem: O Ubuntu já vem com o Totem que é um ótimo player de vídeo e de som. Vem também com o Rhythmbox, um player de músicas voltado a trabalhar com grandes coleções. O nautilus, equivalente ao “explorer” já vem configurado para gravar CDs diretamente sem complicação alguma. Junto você ainda leva o GAIM que é um mensageiro instantâneo que conecta ao ICQ, MSN, Jabber, AOL, YIM, Zepyr, Napster, Gadu Gadu, Goggle Talk e Mirc. Tem outro programa mais completo pra Mirc também, o Xchat. O GIMP também vem por padrão, um excelente editor de imagens comparável ao famoso Photoshop.
O Open Office vem completo, claro, e inclui: Editor de textos, editor de planilhas, editor de slides, editor html, novo programa pra banco de dados e editor de fórmulas, além de ser compatível com o Microsoft Office e oferecer recursos únicos de exportar diretamente para PDF ou filmes FLASH.
Pois bem, isso sem falar no leitor de PDFs, compactador e descompactador de arquivos, cliente de e-mail super completo com agenda e suporte a servidores exchange, navegador Mozilla Firefox que massacra qualquer Internet Exploder, cliente de FTP, visualizador de imagens, Bittorrent e muito mais!
O Ubuntu é instalável e está todinho contido apenas em 1 CD de 700MB. Os programas dividem espaço com o sistema operacional, e por isso alguns tiveram de não entrar. Você pode instalar diversos programas com 2 clics diretamente da internet usando o gerenciador de pacotes Synaptic. Programas como Inkscape, aMSN, XMMS e Blender (que não foram inclusos para dar lugar a outros equivalentes) estão disponíveis para instalação imediata.
A falta de suporte a MP3 é justificável. Em alguns paises, como é o caso dos EUA (lá é tudo mais complicado e capitalista), você pode ter de pagar royalties para usar um programa de MP3. Seria ilegal baixar um sistema operacional livre que viesse com esse suporte. Por esse motivo ele vem desativado na maioria das distribuições, porém nada o impede de instalar o codec facilmente, assim como todos os de formatos proprietários de vídeo/som lá no gerenciador de pacote… com 2 clics.
E sobre o que eu disse de CDs de graça, não foi à toa. Você pode entrar no site ofical do Ubuntu e solicitar quantos CDs você quiser que eles entregam na sua casa, esteja onde estiver. Eles supoem que você fará uma redistribuição e consequentemente divulgará este maravilhoso produto.
Fora isso, digo que Linux é muito mais fácil de se usar que o Windows. Acontece que a maioria das pessoas que sempre utilizaram Windows se esquecem de como sofreram ao começar. Entregue um computador com Windows a um usuário leigo. Em 10 minutos na internet provavelmente ele já destruiu tudo entupindo-se de spywares, trojans e vírus, além de instalar uma infinidade de barrinhas, macacos cor de rosa, clientes de e-mail que mandam emoticons e propagandas, discadores de sites pornôs, etc. No Linux nada disso funciona, e um usuário pode navegar tranquilamente na internet por qualquer site sem riscos ao o sistema operacional, já que estas pragas virtuais têm como alvo apenas o Windows.
Para concluir vale lembrar que o Linux já vem com suporte à maioria das placas (os famosos drivers) e dispensa qualquer disco de instalação, coisa que no Windows não tem jeito. Eu nunca vi o Windows XP detectar uma placa de som onboard ainda, por exemplo.
Quando for dizer que Linux é difícil e complicado, pense duas vezes.

written by LedStyle \\ tags: , , , , , , , , ,

Oct 05
Se você acha que seu Windows XP é bonito olhe o Linux!
No Windows XP temos “muitas” aparências pra se alterar não é mesmo? Deixe-me lembrar… Tem o tema verde oliva, o azul padrão e aquele prateado né? Ah… esqueci-me do visual do Windows 2000 também. São 4 ao todo. Você acha que isso é personalização???
Se você se sente incapacitado de exercer suas atividades artísticas personalizando um desktop no Windows experimente o Linux. O ambiente gráfico Gnome (que é o padrão do Ubuntu e Fedora) vem com uma série de temas que mudam cores, bordas, botões das janelas, efeitos, ícones e muito mais. Você ainda pode combinar dentre eles criando infinitas possibilidades visuais. A posição de barras também pode ser personalizada bem como sua quantidade. Mini-aplicativos se integram maravilhosamente com os painéis criando um sistema funcional e incrementado, exibindo seus e-mails, notícias, previsão do tempo, montagem de volumes (cds, dvds, disquetes, pen drives), monitor de carga da cpu, monitor de temperatura, etc. Como se não bastasse você pode conectar a internet em um site especializado de temas e pegar vários outros. Da pra ficar horas só mudando a aparência de sua tela. Com programas como Gdesklets você pode integrar no fundo de sua área de trabalho (em cima do papel de parede) recursos como monitoramento da carga da cpu, temperatura, checagem de suas contas de e-mail, menus animados (igual aquele do Mac OS X por exemplo), frase do dia, notas “post it”, barrinhas, controles para seu player de som, da até pra colocar um sistema pra baixar as capinhas do cd que você está tocando ou até do “suposto” cd no qual seu MP3 estaria.
Vamos dar uma olhadinha como é um desktop gnome configurado com gdesklets:

Gdesklets e Gnome em ação

Com um pouco mais de trabalho você pode implementar um sistema de desktops paralelos 3D. La no Windows agente tem apenas aquela interface, que quando enche de janelas ficamos perdidos abrindo uma por uma. No Gnome você pode colocar até 36 desktops ao mesmo tempo. É como se você tivesse 36 monitores. Se você entupiu a tela de programas, vá para outro desktop e continue o trabalho sem aquele monte de janelas. E você pode mudar de um para outro com efeitos de transição animados em 3D! Isso realmente impressiona todos meus amigos que vêm em casa.
Vejam que legal a troca de desktops:

3D Desk trabalhando

Se você gosta de coisas um pouco mais complicadinhas, pode tentar instalar pelos tutoriais programas de desktop como o Looking Glass da Sun. Nele você vira janelas ao contrário de forma totalmente 3D, e ao invés de minimizar programas pode guardá-los de lado como se fossem livros. Conceitos totalmente inovadores estão disponíveis no Linux. Veja como é um desktop 3D:

Ambiente Looking Glasses

Esse último desktop realmente vai deixar você de boca aberta. Se você tem Real Player ou Quick Time entre neste link e assista o vídeo de demonstração. É realmente fantástico!
O ambiente gráfico do Linux, com ajuda de alguns programas, oferece total suporte a transparências. Você pode, por exemplo, comentar este meu post pelo seu Firefox e ao mesmo tempo olhar a janela do messenger atraz. Da pra deixar as janelas transparentes como se estivessem sendo projetadas em um vidro.
Vejam como fica:

Gnome usando transparências

Se você não gostou muito do Gnome e não quer tentar nada muito extravagante como o Looking Glasses, que tal usar o KDE que tem belíssimos efeitos de transição e um painel de controle super completo? Ícones, wallpapers, temas, cores e tudo podem ser personalizados por horas.
Seu computador está um pouco obsoleto? Sem problemas, use uma interface mais leve como o IceWM que aceita ícones, menus e temas também, mas de forma bem mais leve. Se quiser radicalizar experimente o Fluxbox que nem ícones tem. Todos os aplicativos ficam num menu flutuante que você chama com o botão direito do mouse.
Se você realmente gosta da aparência do Windows XP (que mal gosto heim!) pode usar o XPDE que é uma interfáce gráfica clone… é igualzinho imitando os menus, ícones, ferramentas e tudo mais.
Dêem uma olhadinha:

XPDE em ação

Deu pra perceber que no Linux você pode ter vários ambientes desktop diferentes, né? No Linux, o ambiente desktop roda em cima do “X” que é o servidor gráfico. Repare que aquele monte de efeitos e frescuras visuais não passam de programas e não do sistema operacional. Se você detonar tudo e deixar o computador extremamente lento chegando a travar janelas até, pra que reiniciar o computador? Você pode apenas reiniciar o “X” apertando Ctrl + Alt + Backspace e voltando direto pra tela de login. Da pra fazer isso no Windows? São muitos os ambientes desktop para Linux. Ai vão alguns: Gnome, KDE, Fluxbox, Openbox, Blackbox, IceWM, WindowMaker, Xpde, Afterstep, Blanes, Enlightenment, Fvwm, Golem, Oroborus, Qvwm, XFCE e muitos outros.
Incentive sua criatividade, use Linux!

written by LedStyle \\ tags: , , , , , , , , , , , , , , , ,

Oct 05
Pessoal, quando eu fui para Paranapiacaba estava um sol danado. Quando cheguei em casa e descarreguei as fotos, ao abrir o GIMP percebi que na verdade estava chovendo horrores, rs. Confiram:

Antes do GIMP
Antes da chuva feita no GIMP

Depois do GIMP
Depois da chuva feita no GIMP

written by LedStyle \\ tags: