Jan 27

Não levou tempo para que o pessoal do Linux desenvolvesse uma ferramenta baseada no Time Machine, sistema de backup automatizado inovador criado pela Apple. Conheçam o FlyBack (indicação do amigo Lucas), o Time Machine genérico (me atrevo a pronunciar assim, afinal no próprio site do desenvolvedor não é segredo que o projeto é feito em cima das características do Time Machine)… rs:

screenshot-flyback.png 

Bom, sem dúvida o visual do programa não lembra nem um pouco o original, que pode ser visto à seguir:

time-machine.png

Mas o importante é que os recursos são os mesmos, e o método também. Vamos apostar no projeto, que ainda está engatinhando, e apoiá-lo também! Quem sabe nasceu mais uma excelente ferramenta para Linux não é mesmo?Para quem quiser testar o FlyBack, basta fazer o download e instalação conforme as instruções no site do fabricante: FlyBack Website  

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Jan 18

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Salve pessoal. Muita gente já deve ter ouvido falar do Time Machine, o novo sistema de backup para Mac criado pela Apple. Trata-se de um método bastante simples, eficiente e, não podendo ser diferente, bonito! O Time Machine é inteligente, guardando backups de hora em hora (nas últimas 24 horas), dia a dia (no último mês) e semana a semana (até que o HD de backup esteja cheio).

 timemachine.jpg

Vejam no link um comercial sobre o Time Machine:  Get a Mac - Time Machine

Vejam no link uma demonstração de uso do Time Machine: Demonstração do Time Machine

Parece um tanto quando impossível querer fazer backup de todo seu computador (incluindo os programas e configurações) de hora em hora, imaginem o espaço que isso iria ocupar! Mas o método de backup do Time Machine é inteligente. O primeiro backup demora, ele salva todos os arquivos.À partir daí, o Time Machine só irá salvar os arquivos que foram em algum momento modificados, deixando os inalterados intactos, sem duplicar assim. Se você abrir um documento e digitar uma vírgula sequer, será o suficiente para que o Time Machine entenda que o arquivo deve ser salvo novamente no próximo backup, mas, por outro lado, se você não modifica um determinado arquivo por 1 ano, este não será guardado novamente por todo esse tempo.

Com isso, com um HD mesmo que pequeno, é possível guardar backups de até vários meses atras, talvez anos. Para usar o Time Machine, você precisa ter um Mac rodando o sistema Mac OSX 10.5 Leopard e ter um HD externo, conectado via porta USB ou FireWire. Recentemente a Apple criou um novo dispositivo chamado Time Capsule. O Time Capsule é um roteador wi-fi de altíssimo desempenho com um HD interno (que pode ser de 500GB ou 1TB) para backups via Time Machine, sendo assim, podemos afirmar que o software permite fazer backups via rede. Mas essa opção vem desabilitada, de tal forma que apenas com o Time Capsule (que não sai por menos de 299 dólares) será possível utilizar desta vantagem.

Mas os programadores não param, e um software chamado iTimeMachine permite que você ative o recurso de backup via rede para funcionar em qualquer diretório compartilhado. Sendo assim, você poderá compartilhar um diretório em outro computador na sua rede (seja ele um Mac, Windows ou Linux) e conectar-se pelo seu Mac, indicando ao Time Machine que utilize aquele volume como disco de backup.

A configuração deste recurso é bastante simples, e não requer conhecimentos avançados tampouco comandos extensos no terminal. Para ativar o recurso, primeiro devemos fazer o download do iTimeMachine gratuitamente no seguinte endereço:  http://www.xiotios.com/itimemachine.html

Após instalado em seu Mac, abra o programa e clique no botão “Enable Airdisks”. E pronto, à partir de agora seu Time Machine irá reconhecer volumes montados remotamente como HDs e fará o backup imediatamente após sua configuração. Agora, basta compartilhar um diretório em outro computador.

Feito isso, ainda tem um “pulo do gato”. Não adianta acessar o diretório compartilhado pelo Finder diretamente que o Time Machine não irá encontrá-lo. Você deverá conectar-se manualmente ao mesmo. Para tal, abra o Finder e vá no menu “Ir > Conectar ao Servidor”. Faça a conexão direta com o IP (por exemplo, se for um compartilhamento Windows ou Linux usando Samba, conecte assim: smb://ip.do.computador). Autentique-se, caso necessário, e mande o Mac salvar a senha (para que a montagem seja automática sempre que necessário). Se tudo correr bem, você acessará a pasta compartilhada desta forma, e à partir daí, é só ir nas preferências do Time Machine e escolher este compartilhamento como disco de destino e correr pro abraço!

Sem mais desculpas para arquivos perdidos heim!

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Oct 28

Salve galera. Estou postando neste momento de dentro do novo Mac OSX 10.5, codinome Leopard. São mais 300 novos recursos de acordo com a contagem da Apple. E vou escrever para dar minhas primeiras impressões sobre o sistema.

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 Numa primeira olhada, o sistema está bastante bonito, só não sei se vou acostumar com esse papel de parede novo. Aliás muita gente não gostou dele, ainda bem que o Mac OSX vem sempre com todas as versões antigas de wallpapers no sistema, só trocar. O dock está realmente mais bonito e funcional. Os “stacks” facilitam bem o uso, como podem ver pela imagem acima, ao clicar no ícone “Documentos”, uma curva se abre como um leque me mostrando todo conteúdo daquele diretório. Também colocaram um ícone “Transferências” no mesmo estilo. Todos os arquivos que você baixa na internet vão parar lá, e o ícone do dock muda de acordo com o último arquivo baixado. Ao clicar, um leque mostra os arquivos contidos no diretório. Isso realmente resolveu meu problema de desktop poluído com downloads.

O dock agora está ainda com um efeito 3D e reflete as janelas que se aproximam dele (como se fosse de vidro mesmo). A barra de cima está translúcida, algo que alguns gostaram e outros não (quem não gostou se defende dizendo que ficou muito “vista”). Eu particularmente gostei.

O novo finder agora permite a visualização dos documentos no modo “cover flow”, como no iTunes. Isso sem dúvida é muito bonito, principalmente para diretórios cheios de imagens e documentos, mas não considero muito fácil de ser utilizado. Às vezes mais atrapalha que ajuda, não sei se vou me acostumar a usar tudo assim. Ainda é mais fácil achar em modo ícone, mas pra quem gosta de usar a busca embutida na janelinha do finder (o que seria de longe o mais inteligente a se fazer), a visualização como Cover Flow é muito interessante mesmo.

finder.png

Um recurso muito interessante é o Quick View. Com qualquer arquivo selecionado, basta pressionar a barra de espaço, que o documento é aberto instantaneamente com um efeito de transição bem legal. Da pra pré-visualizar praticamente qualquer coisa deste modo (documentos, apresentações, pdfs, vídeos, imagens,…) facilitando a localização de um determinado documento, por exemplo. Você pode apenas pressionar espaço, virar pelas folhas e ver se é aquilo mesmo que você quer, sem precisar abrir o programa.

O Spaces, achei uma evolução dos múltiplos desktops presentes no Gnome e KDE. A teoria é a mesma, mas a forma de apresentação ficou mais intuitiva no Mac. O Front Row novo (programa chamado pelo controle remoto para ouvir música, ver imagens e filmes à distância) ficou idêntico ao do Apple TV. 

O Safari foi um dos programas que mais me impressionou. Ele consegue abrir a página do UOL em menos de 1 segundo, e está simplismente anos luz à frente de qualquer outro navegador do ponto de vista da velocidade de navegação. Funcionou bem no Banco do Brasil (coisa que a versão beta anterior não fazia) e abriu todos os sites que testei muito bem. Não sei como pode um programa fazer você navegar tão mais rápido na internet! Além de ter um visual lindo e minimalista, mostrando só o que realmente interessa:

safari.png

O Leopard ainda tem muito mais recursos, que vocês podem descobrir no próprio site da Apple. Agora uma coisa que me deixou impressionado é a capacidade que o Ubuntu novo tem de se comunicar em rede com outros computadores, inclusive com o Mac OSX. No Ubuntu novo, ativei o compartilhamento Windows (SMB) e na hora o Mac já achou os compartilhamentos. O Ubuntu também encontrou facilmente os compartilhamentos SMB do Leopard. Sem dar 1 linha de comando sequer, compartilhei minha impressora HP multifuncional no Ubuntu, e instalei-a remotamente no Leopard. Aliás, o Ubuntu novo detectou minha multifuncional na hora que liguei, só mostrando um ícone no System Tray e exibindo um balão dizendo que a impressora estava pronta para o uso. Fiquei impressionado como tudo funcionou.

Isso me leva a crer que o Mac OSX e o Ubuntu Linux estão de longe mostrando que foram feitos para qualquer usuário, automatizando configurações complexas, facilitando a vida do usuário. Um fala com o outro maravilhosamente (utilizando o Samba, que foi feito, vejam só, para falar com o Windows).

Enfim, concordo com o crítico do Wall Street Journal, que diz que o Mac OSX 10.5 é melhor e mais rápido que o Windows Vista, mas que é uma evolução e não uma revolução. Não traz nada totalmente inovador, mas melhora tudo o que já era bom no Tiger. No entanto, coloco também o Ubuntu 7.10 na jogada também e digo, depois do Leopard, acho que o Ubuntu está logo atras, muito à frente da Microsoft, que a meu ver já ficou bem pra traz!

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Aug 21

Como é terrível quando descobrimos que esquecemos de salvar alguma coisa não é? Ou quando o HD da algum problema e perdemos dezenas de arquivos importantes. Por isso é sempre importante fazer backup, mas qual a melhor forma?Se você possui banda larga já parou pra pensar como seria bom usufruir dela para fazer backup online? Quem tem um Mac e paga o serviço “.Mac” sabe do que se trata, pois com ele você pode sincronizar seus favoritos, e-mails, fotos, vídeos e muito mais, mas e quem não tem um Mac ou prefere não pagar os US$ 99,00 por ano para a Apple?

mozy-logo-beta-120.png

Pra essas pessoas que existe o Mozy, um sistema de backup automatizado de excelente qualidade e ainda por cima gratuito. Funciona assim: Você se cadastra no site, faz o download do software e instala na sua máquina. Aí é só se logar pelo programa e escolher o que você quer que o mozy automaticamente faça backup para você. Por exemplo, você pode escolher: E-mails e contatos (suporte para outlook, outlook express, thunderbird e Apple Mail), contatos, favoritos do firefox, favoritos do internet explorer, músicas (do diretório de músicas incluindo o iTunes), fotos e imagens do iPhoto (ou da pasta fotos no windows), apresentações (power point e keynote), planilhas, documentos, vídeos, configurações de programas, dentre outras coisas. Veja abaixo uma imagem de configuração do Mozy:

mozy.jpg

Além das políticas de backup prontas que o Mozy possui, você poderá indicar manualmente alguns diretórios importantes para que o Mozy faça o backup de todos arquivos para você também. O mais legal do programa é que toda a vez que o Mozy for fazer um backup, ele o fará apenas dos arquivos novos e modificados. Se você não modificou um arquivo que já foi backupeado anteriormente, o Mozy passa por cima dele, mantendo seu computador sincronizado com o backup, desta forma, somente a primeira vez que você for fazer backup irá demorar pois nenhum arquivo se encontra no servidor ainda. O Mozy fica aberto no System Tray e inicia junto com seu computador para fazer os backups sempre que necessário, e se você quiser, pode configurá-lo para fazer os backups somente em determinados horários, ou quando você se ausentar do computador.

Ao se cadastrar no Mozy, você terá gratuitamente 2GB de espaço para guardar suas coisas, isso pode ser muito (por exemplo para pessoas que so querem guardar documentos e planilhas) mas também pode ser muito pouco (pra mim, por exemplo). Se 2GB é pouco para você, então você tem 2 opções. Você poderá pagar pelo plano ilimitado e ter uma conta sem limite de espaço pra salvar tudo o que precisar online e depois restaurar seus backups sempre que precisar, e a bagatela sai por $4,95 por mês. Ou, se preferir, indique seus amigos para participar do programa. Pra cada amigo seu que é indicado e usa o programa, você ganha 250MB de brinde, ou seja, 4 amigos = 1GB.Infelizmente o Mozy ainda não tem versão pra Linux. Mas com o Mozy Pro, você poderá fazer backups também no Linux. O Mozy hoje conta com versões para Windows e Macintosh e trabalha muito bem.Para fazer o download e começar a salvar seus arquivos (Windows e Macintosh) acesse: Página do Mozy

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Jul 15

Estava aqui querendo um wallpaper legal do Remy, o ratinho do Ratatouille, mas não achei nada beeeem clean, como gosto. Daí editei uma imagem e fiz um wallpaper. Fica aí pra se alguém quiser.

Da pra editar fácil (pois o fundo é branco) e colocar outra logo ali, se alguém quiser… rs.

To postanto normal e Wide Screen:

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PS: A idéia do queijo foi do KurtKraut… rs

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