Sep 08

Ae pessoal, sei que o pessoal já deve estar cansado de ver vídeos do XGL rodando no Linux, mas ai vai mais um feito por mim. São vários efeitos que o XGL + Compiz te proporcionam. Espero que gostem.

Link para o vídeo:

http://video.google.com/videoplay?docid=-2640708674550844391

written by LedStyle \\ tags: , , ,

Apr 23

 

A maioria das pessoas não sabe, mas o uso do computador causa amnésia muitas vezes em escala crônica. Isso se dá pelo fato de que usuários quanto mais conhecimento adquirem, mais se esquecem de como foi difícil chegar até ali. Novatos sofrem muito, tanto ao solicitar ajuda aos experientes como ao tentar migrar de plataforma (do Windows para o Linux por exemplo). É comum vermos usuários recém chegados do windows reclamarem com ênfase do sistema Linux, dizendo que trata-se de um sistema complicado, nada intuitivo, para nerds, etc. Enfim, diversos adjetivos nada interessantes a se associar com a imagem de um programa.

E é por isso que estou escrevendo este artigo, para estes usuários que acabam sofrendo de amnésia e não se lembram de como foi sua adaptação ao Windows em seus computadores e o quão árdua foi esta tarefa.

Vamos nos lembrar daqueles tempos obscuros em que você, usuário Windows, ligava seu Windows 98 e não sabia como instalar a impressora e acabava ligando para a casa de um amigo ou parente pra pedir ajuda. E naquele tempo em que quando você queria remover um programa, bastava deletar a pasta dele lá no Arquivos de Programa não é verdade? É… você evoluiu bastante pois na primeira vez você havia excluido o ícone que estava na área de trabalho apenas e jurou que havia removido o programa! Lembra-se de quando você instalou um macaco cor de rosa no seu Desktop que ficava pulando para todos os lados e falando com você? É… não dava pra desinstalar o maldito macaco!

E quando você baixou sua primeira música mp3 pela internet! Que emoção! Só faltava fazer o bendito tocar pois o Windows Media Player não dava nem sinal de vida não é verdade? Ai você recorria aos sites de busca, isso deve ter sido antes do Google, e não conseguia de maneira alguma. Até que uma boa alma lhe ensinou a usar um programinha mágico que se chama Winamp!

E os vídeos completos que o pessoal disponibiliza pela internet? Ahh que maravilha quando você copiou um de seu amigo e ele simplismente não tocou. Vários dias até alguma boa alma lhe apresentar um tal de “K-Lite codec pack” que de forma mágica fazia tudo funcionar. O problema mesmo foi depois pra fazer a legenda do filme aparecer… bons tempos!

A primeira vez que você foi gravar um CD você tentou com um programa que veio junto com seu computador. O interessante é que não funcionava por nada. Ele perguntava umas coisas esquisitas que você não sabia responder, como velocidade, tipo da cópia, e nome da imagem. Se você tentou gravar um arquivo “.iso” alguma vez provavelmene não deu certo pois você jogou o arquivo direto dentro do CD e mandou a ver. “Mas deveria funcionar!!!”

Ahhh tempos que não volta mais! Lembra quando você resolveu instalar a versão mais nova do MSN Messenger? É… não prestou atenção e sai apertando e de brinde ganhou uma barrinha do MSN com propaganda no seu Internet Explorer! Isso sem contar que a página inicial do seu navegador mudou pra a do MSN e foi ai que você descobriu que a página inicial não precisa ser a página do seu provedor de acesso! Ahhh, lembra quando você pegou aquele maldito vírus que acabou com seus arquivos? É… o norton excluiu um tal de DLL la da pasta system que estava contaminado e o Windows não ligou mais. Quanto você pagou mesmo para o suporte naquela ocasião?

Gostaria de relembrar com você aquela vez em que você resolveu instalar pela primeira vez um jogo realmente divertido, mas ele era 3D… e ficou MUITO lento. E pensar que a vendedora disse que a placa era boa para jogos. O pior é que ela tinha razão e só depois de 1 mês você descubriria que o segredo estava num tal de “driver”. Quando você instalou Counter Strike no seu computador então foi o paraiso. Não precisava mais ir na Lan House né? Mas como o jogo era pirata não dava pra jogar na internet e você não conseguiu instalar um tal de “bot”. Mas pouco tempo depois você comprou o Half Life original (que emoção, o seu primeiro programa original!!!) mas ainda estava difícil jogar por causa dum tal de Cheating Death.

Voltando mais ainda no tempo, lembra quando você criou seu primeiro e-mail? Ficava mandando vírus pra todo mundo achando que estava ajudando uma criança com câncer que tinha apenas mais 3 anos de vida já fazia uns 10 anos! Ahh quantos e-mails divertidos e importantes na sua vida. Aposto que você não ganhou o MP3 grátis da creative nem o dinheiro que a Microsoft pagaria pra quem encaminhasse o e-mail à toda lista! Eles devem ter se esquecido de você! Lembra daquela sua amiga de infância que te mandou uma foto com extensão “.exe”? Lamentavelmente a foto não abriu e coincidentemente o computador parou de funcionar de repente! Depois você recebeu outra versão com extensão “.bat” que deu o mesmo problema. Definitivamente sua amiga não sabe enviar fotos pelo e-mail! E a receita federal também te mandou um arquivo no mesmo esquema pra regularização do seu CPF lembra? E pelo visto a receita também não sabe enviar anexos!

Teve uma vez inclusive que você estava navegando pela internet e uma janela dizendo que seu computador precisava ser otimizado apareceu. E você acabou apertando esta janela, mas era um banner e você não sabia disso. Mais um vírus chato que veio com aquele programa que você instalou né? Quantos vírus, quantos spywares, quantos trojans… Você se lembra que ali do lado do relógio apareciam uns 10 ícones que você nem sabia pra que serviam? Acho que eram pra enfeite, assim a tela ficava mais colorida. Tinha uns tais discadores de sites de sexo que apareciam misteriosamente no seu Desktop e depois ali do lado do relógio também. Deve ser coisa da Microsoft!

Mas um dia você tomou a decisão da sua vida! Você pagou para fazer um curso de informática numa escolinha mixuruca que te dizia coisas como “a importância da informática no mercado de trabalho”. O curso era de Windows e Office, mas na hora de vender, te disseram que você iria aprender algo muito mais interessante: “INFORMÁTICA”. Você iria aprender informática e não Windows e word. Mas foi la que você finalmente aprendeu a criar slides no Power Point… agora ninguém te segurava mais! Você era “fera” no computador! Mas não sei por que no curso que você fez não te ensinaram a fazer macros no word, nem fórmulas avançadas no Excel, mas o mais estranho foi que não te ensinaram a gerenciar os módulos do kernel do Window XP nem sistemas de inicialização, ou mesmo configurar o registro do sistema. Mas tudo bem, estes recursos provavelmente não servem pra nada mesmo! O curso foi bom! Um pouco caro, afinal você ficou 4 anos pagando, mas foi um bom curso. Agora você pode colocar no seu currículo que você sabe informática!!! Agora é só contratar uma telefonista pra atender o telefone de sua casa pois as ofertas de emprego não vão parar de aparecer!

Lembra daquela vez que você estava numa sala de bate-papo e um outro usuário disse que se você pressionasse Alt + F4 apareceria uma foto pornô na sua tela? E você apertou! E ao voltar ao chat o mesmo cara te disse que estava enganado, que era Ctrl + W e você apertou de novo! Lamentável! É… a sua primeira vez numa sala de bate-papo também foi mágica. Em poucos minutos você já havia marcado um encontro com uma gata que se dizia loira de olhos azuis, com corpo perfeito, com 17 anos e ainda por cima 100% solteira não foi? Só não entendi por que ela não compareceu na data e local marcados! Ela deve ter se perdido pelo caminho. Algum tempo depois você resolveu criar o seu site pessoal no Word lembra??? Ficou muito profissional não foi? Depois você tentou usar um sistema que criava seu site em 5 minutos apenas e colocava no ar com templates prontos, e todos os links e imagens funcionaram não foi?

E quando você foi formatar o seu computador e instalar o Windows pela primeira vez, lembra? Na época do Windows 98! Tinha um tal de disco de boot que faria seu computador reconhecer o drive de CD, mas ao término do processo você caiu numa tela preta, era o famoso DOS. E agora o que fazer? Isso foi quando você deixou mais algum dinheiro pro técnico tá lembrado?

Por falar em técnico, quantos você não contratou heim! O interessante é que eles SEMPRE queriam formatar o seu computador, estranho não? E os inúmeros atendentes da Telefonica que tiveram que te aturar porque você não conseguia instalar o Speedy na sua casa heim?! Tinha um tal de Broadjump não sei o que que nunca funcionava! Lembra quando você não sabia trocar a sua imagem de exibição no MSN?

Lembra quando você comprou aquele jogo super legal no camelô quase de graça? E quando chegou em casa não conseguiu instalar porque pedia um tal de “serial”? Depois de 1 semana pra descobrir um programa mágico chamado “keygen” lá dentro do diretório do CD mesmo, você conseguiu finalmente instalar o jogo. Porém quando ia abrir ficava pedindo CD toda hora, e nunca abria o jogo! Que raiva né? E você ainda voltou lá e brigou com o pobre camelô, tudo isso porque você não sabia que tinha um tal de crack pra ser instalado. É… programa pirata realmente não presta, bem que você viu na TV!

Pois é meu caro. Sua adaptação ao Windows foi muito fácil, rápida e indolor não é verdade? Na primeira vez que você sentou no computador você já estava fazendo tudo quase que automaticamente de tão simples que é esse sistema operacional. Já agora que você está tentando se adaptar ao Linux tudo parece tão mais difícil não é? É difícil instalar e remover programas, configurar a internet, falar pelo MSN… Estranho que no Windows foi tão fácil!!!

written by LedStyle \\ tags: , , , , , ,

Oct 10

Esta sem dúvida é uma das dúvidas mais comuns dentre usuários novatos no Linux. Se você sempre quis saber como instalar programas (principalmente aqueles .tar.gz e .tar.bz2), e quando pergunta num forum o pessoal manda você olhar no Google, leia este texto que lhe será muito útil.

Instalar programas no Linux sem dúvida é a tarefa mais difícil a se aprender do ponto de vista do deskstop, seja ele corporativo ou pessoal. Na verdade, instalar programas no Linux é muito fácil, contando que tenhamos o pacote certo para nossa distribuição (mas nem sempre dispomos de tal). Você ja deve ter ouvido falar muito na palavra “pacote”. Pois bem, no Linux chamamos de pacote um arquivo que contêm um programa, um conjunto de bibliotecas ou mesmo alguns arquivos compactados. Quando vamos instalar um programa no Linux, primeiro devemos seguir os passos a seguir:
1 - Procurar por um pacote já compilado específico para nossa distribuição.
Este passo significa tentar localizar o programa já prontinho para uso. Verifique qual o formato de empacotamento que sua distribuição usa (rpm, deb, tgz, etc). Primeiramente tentamos achar o pacote nos sistemas de instalação automatizada de sua própria distribuição (apt-get, yast, yum, etc). Se não encontrarmos, devemos então partir em busca do pacote pela internet. Ao encontrar o pacote, devemos nos atentar para qual versão do Linux ele se destina e qual distribuição. Geralmente você pode saber isso pelo próprio nome do arquivo. Por exemplo: um pacote rpm para fedora core 3, geralmente tem “FC3″ no nome. Pesquise pela descrição, e se não encontrar o programa para a versão exata de sua distribuição, tente a mais próxima (um pacote do conectiva 9 tem muito mais chance de dar certo no conectiva 10 do que um do suse, por exemplo). Se você está atraz do jogo “foobillard” para “fedora 4″, por exemplo, tente buscar no google pelos termos “foobillard fedora 4 rpm”.
2 - Tentar localizar um pacote binário instalável
Alguns programas possuem instaladores e já vem compilados de tal forma que rodem em praticamente qualquer distribuição. Um exemplo disso é o Firefox que possui um instalador gráfico inclusive. Esse tipo de pacote geralmente vem com extensões “.bin” ou “.run”. Para instalar um programa destes, basta executá-lo por um terminal como administrador. Para isso utilize: “sh programa.run”. Caso não funcione, adicione permissão para execução (chmod +x programa.run) e em seguida execute “./programa.run”.
3 - Procure um pacote “.package”
Existe um formato automatizado de instalação que se chama “auto package”. Geralmente os programas que o utilizam também podem ser encontrados em outros tipo de pacotes (rpm, deb, etc), mas nem sempre na última versão. Esta é uma ótima alternativa a sistemas com pacotes obsoletos. Você pode procurar por pacotes “.package” no site oficial que está aqui. Para se instalar um pacote “.package” o procedimento é semelhante ao dos pacotes “.run” ou “.bin”. Basta executá-los que todo o processo será automatizado.
4 - Pegar o código fonte (pacotes “.tar.gz” e “.tar.bz2″)
Em último caso você deve pegar os pacotes do código fonte (a menos que você realmente queira compilar o programa para otimizá-lo para sua máquina). Os pacotes “source” (estes que vêm o código fonte) são bem mais complicados de se instalar que os outros. Basicamente você não baixará o programa, mas apenas seus códigos assim como os programadores o criaram. Você deve então transformá-los em binários (executáveis que só o computador entende) para então executá-los. Este processo se chama “compilação”. Não é nenhum bixo de 7 cabeças, mas para quem está acostumado com a tecnologia “NNF” (Next, Next, Finish) pode se tornar um processo um tanto quanto cansativo, porém para alguns é quase que uma terapia ^_^.
Primeiramente devemos nos certificar se possuimos os compiladores básicos instalados e demais ferramentas necessárias para o processo. Para programas escritos em “C”, os pacotes são: make, binutils, gcc, ncurses, ncurses-devel, cpp e tk. Possivelmente você também pode precisar do dialog, kernel-source, kernel-headers e diversos outros pacotes de desenvolvimento de bibliotecas. Algumas distribuições facilitam a instalação destes pacotes de compilação através de um “meta-pacote” (um pacote “falso” que traz todos os outros como dependência). No Conectiva, por exemplo, este pacote se chama “task-c-compiling” e no Ubuntu “build-essential”. Com estes pacotes básicos instalados vamos para o próximo passo.
A arte de compilar e instalar pacotes, em 90% dos casos, está em ler a documentação. Se você conseguiu me aguentar até aqui neste artigo, provavelmente não terá problemas quanto a isso, mas para os preguiçosos de plantão, estes sim irão quebrar a cabeça e dizer que Linux é difícil… rs. Ao extrair o pacote source, você provavelmente encontrará um arquivo “README” e um arquivo “INSTALL”. O arquivo readme geralmente traz algumas notas do programa e o arquivo install traz instruções de instalação. Lá você ficará sabendo o que instalar antes de compilar seu pacote. Estes pacotes adicionais que devemos instalar são chamados de “dependências”. Preste muita atenção para o seguinte detalhe: Quando vamos compilar algo, precisamos dos pacotes de desenvolvimento de cada dependência. Eles geralmente possuem uma terminação diferenciada como “-dev” ou “-devel”. Você pode instalar a maioria deles pela ferramenta automatizada de instalação da sua distribuição. Se no arquivo install diz que é preciso ter a biblioteca “libsdl” não basta instalar apenas este pacote, mas também o “libsdl-dev” que contém os arquivos de desenvolvimento da biblioteca. Este é o grande “pulo do gato” se é que existe um.
Bem, vamos agora executar o script “configure” que está na maioria dos pacotes a serem compilados da internet. Para isso abrimos um terminal, vamos através dele até o diretório onde estão os arquivos descompactados e o executamos da seguinte forma:
./configure
Este script irá checar se seu computador atende às necessidades mínimas para se compilar o programa. É muito provável que ele não chegue no final de uma vez, mas pare no meio reclamando com algum erro mas fique calmo! Preste atenção nesse erro, pois geralmente ele já lhe indica a solução. Se ele disser por exemplo que não encontrou determinada biblioteca, pode ser que ela não esteja instalada ou então você se esqueceu do pacote de desenvolvimento dela (lembra dos “-dev”?). Instale a dependência e execute novamente o script configure. Se ele parar em outro arquivo, vá atraz da dependência e assim até ele executar tudo sem dar nenhum erro. Ao final ele cria o arquivo Makefile e alguns arquivos de configuração. De posse do Makefile e com tudo configurado corretamente é hora de compilar. Use o seguinte comando:
make
Este processo geralmente demora muito, então aproveite para tomar uma água, ir ao banheiro ou as duas coisas, não necessariamente nesta ordem. Dependendo do programa o processo pode levar horas, e dependendo pode levar segundos. Se algum erro aparecer nesta parte do processo, recomendo que você coloque as mensagens de erro em um forum de Linux especializado, pois as mensagens de saída do compilador não são tão fáceis de se decifrar quanto as do script de configuração. Se tudo correr bem, após algum tempo o compilador termina o trabalho sem erros. Pronto agora você já possui o programa compilado. Geralmente você pode executá-lo direto do diretório (normalmente o executável fica dentro do diretório “src”), mas se você quiser pode instalá-lo agora e o deixar disponível para todos usuários. Para fazer isto, torne-se root, vá até o diretório que contém o programa compilado (você pode usar o comando “su” apenas sem aquele tracinho “-” para virar root e permanecer no diretório) e execute:
make install
Após instalado, você deve guardar o diretório com o programa compilado e desinstalado. Recomendo que você o copie para o diretório do root (/root). Ele será necessário para se no futuro você quiser desinstalar o programa. Para desinstalar o programa, como root entre no diretório dele e execute:
make uninstall
Se você não quiser guardar o código fonte e prefirir algo mais automatizado, recomendo pesquisar sobre um software chamado “checkinstall”. Ele é encontrado em distribuições baseadas no RedHat e Debian (rpm e deb). Se você o instalar, tudo que deve fazer é, ao invés de executar o “make install” executar “chekinstall” que ele fará alguma perguntas para você. Quando terminar ele irá instalar o programa e ao mesmo tempo criar um pacote rpm ou deb (dependendo do sistema de empacotamento utilizado pela sua distribuição). A vantagem de se utilizar o checkinstall é que você pode desinstalar o programa mais tarde pelo gerenciador de pacotes de sua distribuição sem precisar guardar o código fonte, e de quebra pode mandar o pacote que você criou compilado para seus amigos que também partilham da mesma distribuição que você (pode ser que não funcione devido a falta de bibliotecas necessárias no computador de seus amigos. Instale as mesmas bibliotecas que você utilizou no momento da compilação).
Não se esqueça de ler a documentação. A maioria dos programas a serem compilados são instalados da forma acima, mas muitos deles possuem métodos diferenciados e/ou são escritos em outras linguagens, portanto utilizam outros compiladores.

Com isso concluimos um breve tutorial que deve introduzir muitos usuários na arte de instalar programas no Linux. Sempre que surgir uma dúvida lembre-se de pedir ajuda em uma comunidade Linux que sempre há alguém disposto a lhe ajudar.

written by LedStyle \\ tags: , , , , , , , ,