Oct 18

Olá amigos!

Muitas pessoas instalam o Linux juntamente com o Windows na mesma máquina. E um dos problemas mais comuns que vejo é o de usuários que precisam reinstalar o Windows (sem dúvida isso ocorre com muita frequência), e fazendo isso perdem o GRUB (aquele menu que aparece quando você liga o computador perguntando em qual sistema operacional você quer entrar).

Pensando nisso estou disponibilizando um disco de boot que criei faz um bom tempo, e sempre utilizei nesse tipo de caso. Faça o download no link abaixo e crie hoje mesmo seu disco de boot. Nunca mais perca seu boot!

Clique aqui para fazer o download do disco de boot (grub-image.floppy 1.4MB)

Instruções:

  • Após fazer o download do arquivo, coloque-o em um diretório que você tenha total acesso
  • Insira um disquete vazio e devidamente formatado no drive de disquetes (1.44)
  • Abra um terminal de comandos, navegue até o diretório onde está o arquivo e entre com a seguinte linha de comando:

dd if=image-grub.floppy of=/dev/fd0

Isso irá gravar a imagem no seu disquete. Após o término do processo, desmonte o disquete (caso esteja montado) e monte-o novamente. Você poderá, se quiser, editar o arquivo “menu.lst” que se encontra dentro dele. Este arquivo já vem configurado para boot em diversas partições, no entanto o ideal é que, se você não tem conhecimentos da linha de comandos do grub, você edite este arquivo e adicione as linhas referentes ao seu sistema operacional no arquivo, seguindo a forma correta de se modificar, claro. Lembrando que as linhas referentes ao SEU sistema operacional você pode coletar no arquivo /boot/grub/menu.lst. Então basta abrir o arquivo, localizar as linhas referentes ao boot do seu sistema e jogar dentro do “menu.lst” do disquete.

Para utilizar é muito simples. Basta configurar o setup da sua máquina para dar boot do disquete antes do HD (igual o pessoal fazia no tempo do Windows 98). Dai é só ligar o computador com o disquete no drive e ser feliz!

Bom proveito!

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Aug 24

Design gráfico sempre foi uma grande lacuna no mundo Linux, no entanto esta imagem desenhada do Linux vem mudando a cada dia. É certo que o Mac é de longe a melhor plataforma para se trabalhar com imagens, mas o Linux está no caminho certo.

Corel Draw e Illustrator sempre foram os carros chefes em ilustração vetorial pelo mundo. O Illustrator é a ferramenta de ilustração mais utilizada em máquinas Mac e o Corel Draw o mais utilizado em PCs rodando Windows. No entanto, nenhuma destas duas soluções está disponível para Linux. Muitas pessoas utilizam o Inkscape para gráficos vetoriais no Linux, como é o caso do meu amigo Xterminator. O Inkscape é um excelente programa como já demonstrei anteriormente aqui numa vídeo-aula.

No entanto, irei lhes apresenter um outro software relativamente novo no mundo Linux, chamado Xara Xtreme (lê-se “zara”). Para comparação, o software mais próximo do Xara Xtreme é o Illustrator, embora o Xara também possua recursos de softwares de edição de imagem como GIMP e Photoshop. O certo é que o Xara Xtreme é um software completo, que pode desde editar suas fotos para remover olhos vermelho, até permitir que você desenhe com toda facilidade. O Xara Xtreme foi originalmente escrito para Windows e foi uma revolução, pois ele aceita os plugins do Photoshop e consegue aplicá-los em vetores (até o momento este recurso ainda não foi implementado na versão Linux). Isto significa que você pode aplicar diversos efeitos do Photoshop num desenho seu e conforme vai editando-o, os efeitos vão sendo reaplicados automaticamente, coisa que nem no Illustrator podemos fazer.

Outro detalhe é que o Xara Xtreme é bastante transparente quando trabalhamos com fotos. Se selecionar uma foto e escolher uma cor, ele irá colorizar automaticamente a imagem para a cor selecionada, e se desejar pode mudá-la ou voltar ao tom original. Efeitos 3D, sombras e bordas, são facilmente aplicadas diretamente em vetores, sem a necessidade de utilizar os famosos efeitos de camada do Photoshop. Por estes e outros motivos, o Xara Xtreme é um software bastante poderoso, embora pouco conhecido (em relação aos gigantes da Adobe). O Xara Xtreme ainda pode importar e exportar em diversos formatos, incluindo CDRs (arquivos do Corel) e AIs (arquivos do Illustrator).
A grande novidade é que o código fonte do Xara Xtreme foi liberado e está sendo portado para Linux. Atualmente a última versão lançada para Linux do Xara Xtreme é a 0.7, que ainda não possui recursos de edição de fotos, plugins, biblioteca nem mesmo filtros de saída de impressão ou importação de determinados formatos de arquivos mas é um software já bastante estável que deve agradar os designers de modo geral. No futuro, o Xara Xtreme terá uma versão mais nova portada para Linux, e acredite, muito em breve! Parece que outro dia mesmo saiu a primeira versão pra Linux que nem conseguia ainda salvar arquivos, apenas abrir, e em poucos meses já temos esta bela versão funcional.
Neste pequeno vídeo, irei demonstrar alguns recursos deste poderoso software.

Para fazer o download da vídeo-aula, clique neste link. (28,4MB)

Página oficial do Xara Xtreme: http://www.xaraxtreme.org/

Para instalar baixe o pacote “.package” dê permissão de execução e dê um duplo clique sobre ele.

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Mar 12

Muitas vezes acabamos nos perdendo no meio de tantos filmes, sejam eles comprados, emprestados ou baixados na internet. O certo é que nem sempre é fácil organizar uma coleção de discos de filmes e muito menos controlar para quem emprestamos determinado filme e quando. Para resolver estes problemas é que veio o Griffith, um excelente catalogador de filmes que promete muito sucesso desbancando até mesmo alguns de seus concorrentes comerciais.

Griffith

Inicialmente, ao abrirmos o programa, nos deparamos com uma interface limpa e bem organizada. Para adicionar um novo filme no catálogo, clicamos no botão “Adicionar” e veremos uma janela com diversos campos a serem preenchidos. A melhor parte é que você pode preencher apenas um destes campos e mandar o Griffith localizar os outros dados na internet. A ferramenta de procura principal é o famoso IMDb (Internet Movie Database) que pode ser visitado no seguinte endereço: www.imdb.com , mas você pode optar por diversos outros disponíveis graças aos plugins que o Griffith disponibiliza. Dentre eles estão outras fontes para informações incluindo algumas lusitanas e brasileiras.

A maioria das informações vem pela internet como título, diretor, classificação (nota dos críticos), ano, duração, país, gênero, distribuidora, classificação, site oficial, link para o trailer, sinopse, lista de atores, cor e imagem da capinha do DVD. Se desejar ainda pode incluir outras informações como tipo de mídia (dvd, cd, svcd, vhs), qualidade da mídia (boa, média, com riscos, etc), região do DVD, número de discos, idiomas (áudio e legendas), categorias e observações. Você ainda poderá marcar uma caixa que indica se você ja assitiu ou não o filme permitindo que no futuro o programa sugira a você algum filme por ver.

A imagem que vem pela internet é a da capinha do DVD, mas ela vem bem pequena apenas para ilustração. Se quiser com apenas 1 clique de mouse você pode fazer com que o Griffith tente localizar um poster em maior qualidade no Amazon. Isto é muito interessante para se utilizar em conjunto com outro recurso que é a geração de capinhas para seus filmes. O Griffith pode gerar uma capa para seus filmes com base na imagem (que fica melhor se a imagem de ilustração estiver em melhor qualidade) e exportar diretamente para PDF, faltando apenas um comando para impressão que deve ser dado por você.

Localizar um filme é muito simples graças ao sistema de buscas do Griffith. Outro recurso interessante é o cadastro de todos os seus amigos com nome, e-mail e telefone. Cadastrados, agora é hora de controlar seus empréstimos. Facilmente você pode avisar ao Griffith que alguém está com seu filme e localizar rapidamente todos seus empréstimos para nunca mais esquecer para quem emprestou determinado DVD. Como se não bastasse é possível ainda pedir que o programa envie ao folgado do seu amigo um e-mail cobrando-o severamente a devolução, e tudo isto de forma automatizada.

Os recursos deste programa parecem inesgotáveis. Você ainda pode com poucos cliques exportar sua lista de filmes para HTML, PDF, XML ou CSV. Com isto fica muito fácil enviar aos amigos suas opções para trocas ou empréstimos. Agora já imaginou se depois de cadastrar seu catálogo inteiro por algum problema você perca tudo? Nem podemos pensar nisto não é verdade? Mas os programadores do Griffith pensaram nisto e criaram um sistema de backup muito simples. Com poucos cliques é possível gerar um arquivo de backup para ser gravado onde quiser. Para restaurar um backup basta indicar o arquivo de backup salvo e vualá! Tudo aparece feito mágica, incluindo as capinhas, controle de empréstimos e tudo mais.

Enquanto estou escrevendo este artigo a última versão do Griffith é a 0.6. Os felizardos usuários do Ubuntu podem instalar o programa com os seguintes comandos:

wget http://download.berlios.de/griffith/griffith_0.6-1_all.deb

wget http://download.berlios.de/griffith/griffith-extra-artwork_0.6-1_all.deb

sudo dpkg -i griffith*.deb

rm griffith*.deb

Agora basta acessar o programa indo em Aplicações > Acessórios > Griffith e começar a catalogar!

Para instalar em outras distribuições visite o site oficial clicando aqui.

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Oct 11

Pessoal, instalei o SuSE 10.0 pra ver como que é aqui em casa. Achei ele muito bonito e múito fácil.
Detectou a impressora (nem tive que selecionar o modelo), vídeo, som, monitor, rede e tudo mais. Só tive que quebrar um pouco a cabeça pra instalar a nvidia e suporte a mp3 pois peguei a versão Open Source que não vem com nenhum software proprietário.
Segue a imagem do meu SuSE 10.0 com o Gnome:

SuSE Linux 10.0 + Gnome

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