Nov 11

Olá amigos, muito tempo sem postar, é verdade… Mas de vez em quando tenho que trazer alguma novidade, não é mesmo? E hoje irei mostrar um programa excelente para decorar virtualmente sua casa e criar plantas, facilmente. O software roda tanto em Linux quanto em Mac OSX e Windows (graças à tecnologia Java). O mais interessante é que este software não depende de conhecimentos avançados nem de comandos, basta jogar os ítens para a tela e começar a posicioná-los. Conheçam o Sweet Home 3D:

 sweethome3d1.jpg

Atente-se à interface simples e intuitiva. Do lado esquerdo, em cima, você encontra a biblioteca, com portas, janelas, sofás, cadeiras, mesas, beliches, camas, pias, etc. Tudo para decorar sua casa. Logo abaixo, você poderá visualizar todos os itens que já foram colocados no seu projeto, e os dados precisos de cada um (largura, profundidade, altura, cor, etc).

No lado direito da janela, acima é a área de desenho, e abaixo a visualização em 3D do ambiente. Para desenhar é muito fácil, basta clicarmos sobre o botão de criação de paredes, e clicar em qualquer ponto na área de desenho. Em seguida, clicar em outro ponto para criá-la. As medidas são mostradas no momento da criação, em tempo real, e o programa lhe ajuda a encaixar os vértices, facilitando a precisão. Com a ferramenta de seleção, basta dar um duplo clique sobre qualquer ítem para entrar com valores precisos, além de modificar cor e textura do objeto. Para adicionar um novo objeto, basta arrastá-lo para a tela.

O Sweet Home 3D já vem com dezenas de ítens para sala, quarto, cozinha e banheiro, além de portas, janelas e ítens variados. Você pode baixar muitos outros objetos no site oficial, e por lá você ainda encontra diversos links de outros sites com objetos 3D, que variam desde árvores até armas de fantasia (como espada jedi), passando inclusive por pessoas.

Quando terminar de desenhar sua casa, você pode fazer um passeio virtual. Configure a altura e ângulo de visão de sua personagem e comece a caminhar por sua casa virtualmente. Agora ficou fácil repensar a decoração de sua casa sem precisar ficar arrastando armários pra lá e pra cá heim!

O que é melhor que um programa simples, direto e super fácil como esse? Essa é fácil, um programa simples, direto e super fácil que seja gratuito e em português, e por estes motivos o Sweet Home 3D recebe nota 10 de minha parte. Não é nenhum AutoCad, nem ProEngineer, mas ele cumpre perfeitamente seu papel, que é levar o poder do 3D para “dummies”.

Maiores informações e download do programa: Site Oficial 

PS: Não, eu não mudei de área e não pretendo virar decorador. Só estou escaldado porque compramos um jogo de sofás na loja e ao chegar aqui, não cabe direito nesta minúscula sala. Agora de posse da planta 3D, vou poder posicionar os futuros móveis antes mesmo de comprá-los :) 

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Nov 18
Tire suas fotos, o F-spot armazena. Este fascinante software lhe permite catalogar fotos, fazer pequenos ajustes, exportar para galerias na internet, gravar num CD, enviar por e-mail e muito mais! À partir da versão 6.10 do Ubuntu Edgy Eft, o F-spot já vem instalado por padrão no seu desktop, mas ao conectarmos uma câmera digital, o software automaticamente configurado é o gphoto2 seguido do gthumb. Agora que tal configurar seu Ubuntu para centralizar toda a parte de fotografia em um só programa: O F-spot!
Primeiramente vamos configurar seu Ubuntu para utilizar o F-spot como software padrão de importação de fotos. Acesse o menu Sistema > Preferências > Unidades e Mídias Ŕemovíveis. Em seguida vá até a aba Câmeras, e na caixa de comando a ser executado ao importar fotografias, substitua todo conteúdo pelo comando “f-spot-import” conforme mostrado na imagem à seguir:
Agora conecte sua câmera digital na porta USB e ligue-a. Uma janela deverá aparecer após algum tempo solicitando que importe as fotos. Clique em “Importar” e aguarde para que o F-spot inicie o trabalho de importação das imagens contidas no cartão de memória. Clique no botão “Selecionar Etiquetas” caso queira colocá-las diretamente em alguma categoria, ou simplismente clique em “Copiar” para pular este passo (você pode colocá-las em categorias mais tarde).
Após copiar todas as fotos o F-spot não irá removê-las da câmera. Se você quiser limpar a câmera, faça isso manualmente depois (se sua câmera for montada como um dispositivo USB, você pode acessá-la pelo menu Locais -> usbdisk para que os arquivos sejam removidos por lá). Agora, você irá se deparar com a janela principal do programa exibindo todas as imagens de seu arquivo. Vamos conhecer melhor os recursos do F-spot. Esta é a interface do F-spot como podemos ver na imagem à seguir. Ao lado esquerdo, temos as categorias (etiquetas) para as fotos. Acima temos uma linha do tempo com gráficos que mostram os períodos em que mais tiramos fotos (as imagens são catalogadas com a data em que foram tiradas automaticamente). Ao centro, temos a lista de fotos e no canto inferior direito encontraremos uma barra de rolagem que nos permite diminuir ou aumentar o zoom em nosso catálogo, permitindo a visualização de mais ou menos imagens de uma só vez.
Para importar para dentro do F-spot outras imagens que você já possua no seu computador, iremos no menu Arquivo -> Importar. No menu “drop-down” clique e selecione a opção “Selecionar Pasta”. Localize o diretório em seu computador que contém as imagens e conclua a importação. Vale lembrar que por padrão o F-spot copia todas as imagens para seu banco de dados (que fica no seu diretório pessoal com o nome de “Photos”) e eu não recomendo que você desative este recurso. Portanto não mexa no diretório de fotos do F-Spot nunca! Toda a manipulação de imagens deverá ser feita de dentro do programa.
Agora que já aprendemos a importar imagens para dentro do F-spot, vamos aprender a editá-las e explorar melhor os recursos deste programa. Para abrir uma imagem, dê um duplo clique sobre ela (para voltar ao catálogo, clique 2 vezes novamente sobre a foto). Veja abaixo os principais recursos:
Ao lado esquerdo, logo acima das informações da foto, temos uma opção para selecionar a versão da foto. Qualquer alteração que você faça numa foto, ela será salva como uma cópia, de tal forma que o F-Spot sempre armazenará a imagem original como backup. Logo abaixo da foto, podemos ver um campo “Comentários” que serve para fornecer uma legenda à foto. Logo abaixo, podemos mudar as proporções da imagem para corte (Ex: 4:3, 5:6, 5:7, etc). O formato padrão aqui no brasil para revelação é o de 4:3, portanto você pode selecionar esta opção e traçar um retângulo sobre a foto para cortá-la (clique em um lugar da imagem, segure e arrasta para desenhar o retângulo). Após feito o retângulo da área que desejamos preservar (o resto será cortado fora) basta pressionar a primeira ferramenta de edição no canto inferior para proceder com o corte. Após feita qualquer modificação em uma imagem, ela será automaticamente salva como uma cópia e a versão original será preservada (e poderá ser acessada pelo menu “Versão”.
Continuando com as ferramentas de edição, ainda teremos uma ferramenta para remoção de olhos vermelhos (faça um quadrado no olho antes de utilizar esta ferramenta) , uma ferramenta para ajuste de cores, uma para conversão para preto e branco e outra para conversão para sépia (simulando imagens antigas naquelas tonalidades amareladas).
Vamos aprender agora a exportar nossas fotos para outros tipos de mídia. Selecione as imagens que deseja exportar e vá até o menu Arquivo -> Exportar. Com o F-spot você poderá:
  • Exportar para o Flickr
  • Exportar para o Picasaweb
  • Exportar para uma galeria web
  • Exportar para uma pasta local no seu computador
  • Exportar para um CD
Você ainda pode acessar o menu Arquivo -> Enviar e-mail para que uma nova mensagem com as imagens seja criada usando o Evolution.
Dica: Sempre que importar fotos novas, selecione-as, clique com o botão direito e anexe etiquetas para elas, facilitando a catalogação por categorias. Você pode criar diversas novas etiquetas (e sub-etiquetas) indo em Etiquetas -> Criar nova etiqueta.
Agora é só sair poraí tirando fotos e catalogando-as no F-Spot!!! Boas fotos!
Fazendo backup de suas fotos:
Embora o Linux seja um sistema bastante estável, é sempre bom fazer um backup de vez em quando de seus arquivos, principalmente se você pretende fazer alguma grande atualização no seu sistema ou reinstalá-lo. Para fazer um backup de suas fotos no F-Spot, salve o diretório “Photos” localizado na sua pasta pessoal (é lá que ficam todas as fotos importadas pelo F-Spot). Para não perder os dados de catalogação, faça um backup também do diretório ~/.gnome2/f-spot/ (lembrando que tudo que começa com “.” é oculto no Linux, portanto pressione “Ctrl + H” na sua pasta pessoal para ver os arquivos e diretórios ocultos.
Após formatar sua máquina e reinstalar o sistema, coloque o diretório “Photos” no seu diretório pessoal e o diretório “f-spot” dentro do diretório “.gnome2″ que está oculto na sua pasta pessoal. O backup já será restaurado.

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Aug 21

Olá a todos!

Cá estou eu, após um longo jejum de posts em meu blog e no planeta. E para quebrar este jejum, enviarei uma dica muito boa para usuários do Linux, principalmente do Gnome (melhor ainda Ubuntu, claro!!).

Trata-se de um programa que ripa filmes direto do DVD sem nenhum tipo de complicação e já os codifica em OGG, um formato 100% Open Source. Vamos então conhecer o Thoggen. Uma grande vantagem deste formato é que ele já vem por padrão em todas as distribuições Linux voltadas para desktop incluindo o Ubuntu, então não será necessário instalar codec algum para que outro amigo seu possa assistir o filme caso este utilize Linux.
A primeira vista nos deparamos com um programa simples, mas não se deixe iludir pela simplicidade da interface, trata-se de um programa muito poderoso e extremamente fácil de se manipular, dai a interface tão simples. Nada de complicações, termos técnicos, aqui você só fornece as informações realmente necessárias para que o processo seja feito automaticamente.

Vamos então ver como ripar um filme de um DVD:

1 - Insira o DVD com o filme no drive. Monte-o caso não esteja usando uma distribuição “click and fun” como o Ubuntu.

2 - Abra o programa Thoggen

3 - Selecione o DVD correto no menu drop-down (caso tenha 2 drives de dvd) e selecione abaixo a sequência que deseja extrair (geralmente os filmes só possuem 1 sequência). Clique em OK.

4 - Selecione o idioma do áudio desejado, escolha a qualidade ou tamanho de saída para o filme (recomendo 698MB para caber em um CD com qualidade boa), clique no botão de Arquivo de Saída e selecione onde salvar o arquivo e com qual nome. Você pode ainda clicar no botão Configurar Decupagem para selecionar a área que deseja capturar, uma opção útil para quando a imagem não está centralizada ou você quer retirar tarjas e bordas em volta. Se desejar expanda a opção Stream Information para adicionar o título e comentários que irão nas tags do arquivo OGG. Clique em OK.

5 - Agora é só esperar. Este processo leva muito tempo dependendo de seu processador e quantidade de memória. Um filme comum de cerga de 1h e meia leva aproximadamente 8 horas para ser extraído por completo em meu Athlon XP 1700+ com 512MB de memória. Como podem ver é um processo lento, mas o Thoggen é um software leve e você pode continuar trabalhando em sua máquina tranquilamente enquanto o processo é concluído.

Instalação do Thoggen

Instalar o Thoggen no Ubuntu é muito simples. Vamos abrir o gerenciador de pacotes synatic indo em:

Sistema > Administração > Gerenciador de Pacotes Synaptic

Clique em Procurar e busque por Thoggen. Ao localizar o pacote, dê um duplo clique sobre seu nome para marcá-lo para instalação:

Clique agora em Aplicar para que o processo seja feito de forma automática. Ao término, feche o Synaptic e abra o programa no menu Aplicações > Som e Vídeo > Ripador de DVDs Thoggen.

Maiores Informações

Nome: Thoggen

Site Oficial: http://thoggen.net/

Screenshots: http://thoggen.net/screenshots/

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Feb 25

Instalar programas no Ubuntu Linux é realmente fácil! Geralmente os iniciantes perguntam para os mais experientes como instalar determinado programas e recebem aquela famosa resposta: “Abre um terminal e digita sudo apt-get install nananana”.

Mas temos que sempre usar os benditos comandos? Claro que não! O pessoal do Synaptic não trabalhou bastante tempo numa interface amigável para não utilizarmos não é verdade?

E é por isso que criei este pequeno esquema, ideal para enviar para iniciantes que não sabem como adicionar um programa no Ubuntu Linux. Segue o esquema abaixo (clique para ampliar):

Instalando Programas no Ubuntu

Para instalar programas baixados em sites de internet acesse este link.

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Oct 05

Se você acha que seu Windows XP é bonito olhe o Linux!
No Windows XP temos “muitas” aparências pra se alterar não é mesmo? Deixe-me lembrar… Tem o tema verde oliva, o azul padrão e aquele prateado né? Ah… esqueci-me do visual do Windows 2000 também. São 4 ao todo. Você acha que isso é personalização???
Se você se sente incapacitado de exercer suas atividades artísticas personalizando um desktop no Windows experimente o Linux. O ambiente gráfico Gnome (que é o padrão do Ubuntu e Fedora) vem com uma série de temas que mudam cores, bordas, botões das janelas, efeitos, ícones e muito mais. Você ainda pode combinar dentre eles criando infinitas possibilidades visuais. A posição de barras também pode ser personalizada bem como sua quantidade. Mini-aplicativos se integram maravilhosamente com os painéis criando um sistema funcional e incrementado, exibindo seus e-mails, notícias, previsão do tempo, montagem de volumes (cds, dvds, disquetes, pen drives), monitor de carga da cpu, monitor de temperatura, etc. Como se não bastasse você pode conectar a internet em um site especializado de temas e pegar vários outros. Da pra ficar horas só mudando a aparência de sua tela. Com programas como Gdesklets você pode integrar no fundo de sua área de trabalho (em cima do papel de parede) recursos como monitoramento da carga da cpu, temperatura, checagem de suas contas de e-mail, menus animados (igual aquele do Mac OS X por exemplo), frase do dia, notas “post it”, barrinhas, controles para seu player de som, da até pra colocar um sistema pra baixar as capinhas do cd que você está tocando ou até do “suposto” cd no qual seu MP3 estaria.
Vamos dar uma olhadinha como é um desktop gnome configurado com gdesklets:

Gdesklets e Gnome em ação

Com um pouco mais de trabalho você pode implementar um sistema de desktops paralelos 3D. La no Windows agente tem apenas aquela interface, que quando enche de janelas ficamos perdidos abrindo uma por uma. No Gnome você pode colocar até 36 desktops ao mesmo tempo. É como se você tivesse 36 monitores. Se você entupiu a tela de programas, vá para outro desktop e continue o trabalho sem aquele monte de janelas. E você pode mudar de um para outro com efeitos de transição animados em 3D! Isso realmente impressiona todos meus amigos que vêm em casa.
Vejam que legal a troca de desktops:

3D Desk trabalhando

Se você gosta de coisas um pouco mais complicadinhas, pode tentar instalar pelos tutoriais programas de desktop como o Looking Glass da Sun. Nele você vira janelas ao contrário de forma totalmente 3D, e ao invés de minimizar programas pode guardá-los de lado como se fossem livros. Conceitos totalmente inovadores estão disponíveis no Linux. Veja como é um desktop 3D:

Ambiente Looking Glasses

Esse último desktop realmente vai deixar você de boca aberta. Se você tem Real Player ou Quick Time entre neste link e assista o vídeo de demonstração. É realmente fantástico!
O ambiente gráfico do Linux, com ajuda de alguns programas, oferece total suporte a transparências. Você pode, por exemplo, comentar este meu post pelo seu Firefox e ao mesmo tempo olhar a janela do messenger atraz. Da pra deixar as janelas transparentes como se estivessem sendo projetadas em um vidro.
Vejam como fica:

Gnome usando transparências

Se você não gostou muito do Gnome e não quer tentar nada muito extravagante como o Looking Glasses, que tal usar o KDE que tem belíssimos efeitos de transição e um painel de controle super completo? Ícones, wallpapers, temas, cores e tudo podem ser personalizados por horas.
Seu computador está um pouco obsoleto? Sem problemas, use uma interface mais leve como o IceWM que aceita ícones, menus e temas também, mas de forma bem mais leve. Se quiser radicalizar experimente o Fluxbox que nem ícones tem. Todos os aplicativos ficam num menu flutuante que você chama com o botão direito do mouse.
Se você realmente gosta da aparência do Windows XP (que mal gosto heim!) pode usar o XPDE que é uma interfáce gráfica clone… é igualzinho imitando os menus, ícones, ferramentas e tudo mais.
Dêem uma olhadinha:

XPDE em ação

Deu pra perceber que no Linux você pode ter vários ambientes desktop diferentes, né? No Linux, o ambiente desktop roda em cima do “X” que é o servidor gráfico. Repare que aquele monte de efeitos e frescuras visuais não passam de programas e não do sistema operacional. Se você detonar tudo e deixar o computador extremamente lento chegando a travar janelas até, pra que reiniciar o computador? Você pode apenas reiniciar o “X” apertando Ctrl + Alt + Backspace e voltando direto pra tela de login. Da pra fazer isso no Windows? São muitos os ambientes desktop para Linux. Ai vão alguns: Gnome, KDE, Fluxbox, Openbox, Blackbox, IceWM, WindowMaker, Xpde, Afterstep, Blanes, Enlightenment, Fvwm, Golem, Oroborus, Qvwm, XFCE e muitos outros.
Incentive sua criatividade, use Linux!

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