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Criei uma tabela com todos os preços incluindo os planos de cada operadora. Lado a lado fica mais fácil ver se vale ou não a pena e qual o melhor plano. Clique na tabela abaixo para ampliar:
A Vivo da mais opções de planos. Os planos da Claro são mais em conta com relação aos minutos falados, já os da Vivo fornecem mais transferência de dados na rede 3G. Por outro lado, a Vivo fornece mais bônus em SMS e ligações para Vivo. Agora é comparar e tirar suas próprias conclusões.
Pois é, o formato RMVB talvez seja o mais incompreendido da internet. Muita gente odeia e muita gente ama de paixão, uma relação bastante complicada. É um formato bastante disseminado em comunidades que compartilham seriados e filmes por conseguir uma compactação bem acima da média sem grandes perdas de qualidade. É comum ver arquivos serem reduzidos pela metade em seu tamanho quando convertidos para esse formato da Real Networks.
O problema é que o formato RMVB é bastante incompatível com a maioria dos players do mercado, sendo que a melhor solução acaba sempre sendo o tocador oficial da Real, o Real Player. Não que este seja um software ruim, mas as vezes queremos tocar esses vídeos em outros lugares. Por exemplo usando o controle remoto e Front Row, ou num iPod, Apple TV ou mesmo num iPhone. A solução é converter os arquivos para um formato aceito.
Para converter vídeos RMVB no Mac, a solução é utilizar o Mencoder, um software bastante difundido no mundo Linux já, mas este não possui interface gráfica, e sua sintaxe de uso não lá muito intuitiva. Até pouco tempo, a única solução gráfica para conversão de arquivos era usando o ffmpegX e muita paciência. Para começar, configurar o ffmpegX já é bastante complicado, envolvendo instalação de codecs, renomeamento de pastas, e alguns “pulos do gato” bastante estranhos. Outro problema era que depois de muitas configurações, os vídeos eram convertidos de RMVB para Xvid, um formato bastante aceito e que pode tocar no Quick Time (usando o Perian) e conseqüentemente no Front Row, mas não num iPod ou Apple TV, por exemplo. Isso significa que o arquivo precisaria ser convertido ainda mais uma vez utilizando o Quick Time Pro, o que leva muito mais tempo ainda.
Mas seus problemas acabaram (espero). Um novo software promete acabar com isso, o PEnGUIn Encoder, que além de tudo é gratuito. A princício ele não passa de uma interface gráfica para o mencoder (o grande software Open Source que age por traz de tudo), mas a diferença é que essa realmente funciona. É muito simples fazer uma conversão, veja abaixo como tudo deve ser feito:
Passo 1: Faça o download do PEnGUIn Encoder no site oficial.
Passo 2: Após feito o download, extraia o arquivo (caso seu Safari já não o tenha feito) e execute o programa (não é necessário copiá-lo para a pasta Aplicativos, pois se trata apenas de uma interface gráfica).
Passo 3: Da primeira vez que o programa rodar, clique direto no botão LAUNCH, e você receberá uma mensagem pedindo para instalar os binários do Mencoder. Clique em “Install Binaries” conforme a imagem abaixo:

Passo 4: Um software de instalação aparecerá, basta seguir os passos na tela e não terá problemas (o famoso Next Next Finish). Agora vá até o menu Help > Get Extra Codecs from MPlayer. Um arquivo ZIP será baixado. Extraia-o e instale normalmente. E vualá, seu programa está pronto para ser usado (recomendo reiniciar o Penguin primeiro).
Agora vamos ver como é fácil converter um vídeo. Do lado direito da janela, clique no botão “Add” e selecione os filmes em RMVB que você deseja converter, ou, se preferir, apenas arraste os arquivos para dentro da janela.

Na janela principal (central) agora clique no botão OPTIMIZE e escolha o formato desejado. Ao terminar, clique em LAUNCH e uma janela aparecerá perguntando onde você quer salvar o arquivo convertido. Selecione uma pasta e é só esperar a conversão.

Os arquivos serão convertidos para MP4 facilmente. O processo demora um pouco, mas bem menos que se tivéssemos usado o ffmpegX e depois o QuickTime. Agora é só jogar o arquivo pra dentro de seu iPod, iPhone, Apple TV ou PSP e curtir.

Mas é sobre outra perspectiva que quero falar deste notebook. Muita gente está falando bastante mal do novo MacBook Air, inclusive revistas de nome, que estão nas bancas, como é o caso da Info Exame (lembrando que a análise foi feita por John C. Dvorak). É muito bom para estas revistas polemizarem o caso, foi o mesmo que aconteceu quando a revista Veja falou mal do iPhone quando todos falavam bem. Ir na contramão da maioria é uma estratégia de marketing justamente para vender mais, sem dúvida, mas nestes últimos casos, acredito que as análises estão sendo feitas equivocadamente por pura ignorância mesmo (esta é uma opinião pessoal).De fato, o MacBook Air possui muitos pontos que podem ser considerador negativos, ele tem muita coisa pra se falar mal, como por exemplo:
Como podem ver, da pra falar muito mal e apontar as desvantagens deste notebook facilmente. Falar mal é muito fácil, mas gostaria de analisar o produto por um outro ângulo. A Apple é conhecida por lançar produtos inovadores no mercado, unindo qualidade, praticidade e DESIGN. Sem dúvida os designers da Apple são muito competentes, acredito que ninguém discorde disso! Agora convido você a pensar comigo:Quais as tendências da internet? Para onde a tecnologia está nos levando?Qualquer designer minimamente competente sabe que um produto de sucesso é aquele que é lançado hoje buscando as tendências de amanhã. Quanto mais cedo o designer conseguir projetar o futuro, maior sua chance de sucesso. Pois bem, vamos responder a pergunta feita acima:Imaginem uma grande rede de internet global (ou ao menos nos grandes centros urbanos) em alta velocidade. A tecnologia 3G é apenas a ponta do iceberg, mas imaginem isso umas 100x melhor. Uma rede de internet com um sinal forte e em qualquer lugar, como é hoje o sinal de TV digital, por exemplo. Já imaginou você abrindo o notebook em qualquer lugar e pegando sinal de internet automaticamente?Agora imagine esta rede em uma velocidade muito superior à atual. Uma rede sem fio com velocidades superiores às da rede local até. Não é tão difícil imaginar quando nos lembramos das antigas conexões em 9.8 ou 14kbps de alguns anos atras, comparem com as conexões de 8MB que temos hoje no Brasil e conexões de mais de 50MB em outros países, ou até o link dedicado de 5GB colocado recentemente no Campus Party (isso porque foi no Brasil heim) que permitiu facilmente downloads de mais de 5MB por segundo de acordo com relatos do nosso amigo Guto Carvalho. Se for fazer a conta, 5Gbits daria downloads de até uns 40MB/s (a conexão do Campus Party é compartilhada com todos afinal).Com uma rede tão rápida quanto a gravação em um HD (ainda é um pouco absurdo, mas é questão de tempo), não é difícil imaginar o futuro. Seria a abolição dos produtos como conhecemos hoje (CDs, DVDs, Pen Drives, Disquetes, tudo), afinal você poderia trabalhar em um documento, e ao clicar no botão “salvar”, o arquivo seria salvo diretamente na internet, num espaço privado (como um disco virtual). Sendo assim, salvar um arquivo no seu HD local ou no seu disco virtual seria mais ou menos o mesmo (aliás outra tendência que já existe nos Macs a anos, o chamado iDisk).Claro que isto seria já o extremo, tecnologia para daqui muitos anos ainda, mas atualmente, já estamos entrando na rede sem fio, então a solução para alguns dos problemas citados acima sobre o MacBook Air seria:
Com a evolução das redes sem fio, não é difícil imaginar o futuro. Com isso, podemos concluir que o MacBook Air é uma revolução e não uma simples evolução. Entendidos esses conceitos, é possível que analisemos melhor o produto.Em resumo: Falar mal do MacBook Air por conta destas suas “”"limitações”"‘ é o mesmo que dizer que uma Ferrari não presta porque é muito rebaixada e não anda nas ruas esburacadas e cheias de valetas de São Paulo!Se o MacBook Air serve para mim? A resposta é não, eu ainda dependo de CDs, DVDs, e portas USB, embora utilize muita rede sem fio. E não necessito de algo tão compacto, mas sim de um pouco mais de desempenho para utilizar com tranquilidade meus softwares de criação e edição. Mas não é porque não serve para mim que o produto é ruim!Pense nisso!


Bom, antes que alguém possa tirar suas conclusões precipitadas, NÃO, eu não comprei um iMac, mas bem que gostaria. Definitivamente os designers que trabalham na Apple são muito competentes. Particularmente adoro o designs dos produtos da Apple, e o novo iMac me surpreendeu. Depois de vários “mockups fakes” bastante feios pela internet, a Apple manteve o bom gosto e ao mesmo tempo aquela velha história: “em time que está ganhando não se mexe” (pra quem não conhece, o iMac é um macintosh sem gabinete. Todo o computador está nesse monitor aí em baixo, incluindo rede sem fios, gravador de DVD e um belo processador Core 2 Duo ou Core 2 Extreme, ambos da Intel).

Na verdade foi quase isso. O visual do novo iMac lembra bem o anterior, só que agora ele é feito no estilo alumínio + glossy e alguns detalhes pretos foram adicionados (era de se esperar depois da clara adoção do preto nos novos produtos como o iPhone e seções do site, bem como propagandas do Leopard).
A configuração satisfaz. O modelo mais completo já sai de fábrica com processador Intel Core 2 Extreme de 2.83Ghz, 2GB de memória RAM, 500GB de HD, DVDRW 8X Dual Layer (SuperDrive), ATI Radeon 2600 Pro (256MB) e tudo isso bem compacto num belo monitor de 24 polegadas glossy, mais mouse, teclado (e que teclado!!!) e controle remoto.
Pra terminar, fica aí uma excelente imagem que mostra bem a grande vantagem de se usar um iMac, uma comparação com um PC da Dell:
