Oct 28

Salve galera. Estou postando neste momento de dentro do novo Mac OSX 10.5, codinome Leopard. São mais 300 novos recursos de acordo com a contagem da Apple. E vou escrever para dar minhas primeiras impressões sobre o sistema.

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 Numa primeira olhada, o sistema está bastante bonito, só não sei se vou acostumar com esse papel de parede novo. Aliás muita gente não gostou dele, ainda bem que o Mac OSX vem sempre com todas as versões antigas de wallpapers no sistema, só trocar. O dock está realmente mais bonito e funcional. Os “stacks” facilitam bem o uso, como podem ver pela imagem acima, ao clicar no ícone “Documentos”, uma curva se abre como um leque me mostrando todo conteúdo daquele diretório. Também colocaram um ícone “Transferências” no mesmo estilo. Todos os arquivos que você baixa na internet vão parar lá, e o ícone do dock muda de acordo com o último arquivo baixado. Ao clicar, um leque mostra os arquivos contidos no diretório. Isso realmente resolveu meu problema de desktop poluído com downloads.

O dock agora está ainda com um efeito 3D e reflete as janelas que se aproximam dele (como se fosse de vidro mesmo). A barra de cima está translúcida, algo que alguns gostaram e outros não (quem não gostou se defende dizendo que ficou muito “vista”). Eu particularmente gostei.

O novo finder agora permite a visualização dos documentos no modo “cover flow”, como no iTunes. Isso sem dúvida é muito bonito, principalmente para diretórios cheios de imagens e documentos, mas não considero muito fácil de ser utilizado. Às vezes mais atrapalha que ajuda, não sei se vou me acostumar a usar tudo assim. Ainda é mais fácil achar em modo ícone, mas pra quem gosta de usar a busca embutida na janelinha do finder (o que seria de longe o mais inteligente a se fazer), a visualização como Cover Flow é muito interessante mesmo.

finder.png

Um recurso muito interessante é o Quick View. Com qualquer arquivo selecionado, basta pressionar a barra de espaço, que o documento é aberto instantaneamente com um efeito de transição bem legal. Da pra pré-visualizar praticamente qualquer coisa deste modo (documentos, apresentações, pdfs, vídeos, imagens,…) facilitando a localização de um determinado documento, por exemplo. Você pode apenas pressionar espaço, virar pelas folhas e ver se é aquilo mesmo que você quer, sem precisar abrir o programa.

O Spaces, achei uma evolução dos múltiplos desktops presentes no Gnome e KDE. A teoria é a mesma, mas a forma de apresentação ficou mais intuitiva no Mac. O Front Row novo (programa chamado pelo controle remoto para ouvir música, ver imagens e filmes à distância) ficou idêntico ao do Apple TV. 

O Safari foi um dos programas que mais me impressionou. Ele consegue abrir a página do UOL em menos de 1 segundo, e está simplismente anos luz à frente de qualquer outro navegador do ponto de vista da velocidade de navegação. Funcionou bem no Banco do Brasil (coisa que a versão beta anterior não fazia) e abriu todos os sites que testei muito bem. Não sei como pode um programa fazer você navegar tão mais rápido na internet! Além de ter um visual lindo e minimalista, mostrando só o que realmente interessa:

safari.png

O Leopard ainda tem muito mais recursos, que vocês podem descobrir no próprio site da Apple. Agora uma coisa que me deixou impressionado é a capacidade que o Ubuntu novo tem de se comunicar em rede com outros computadores, inclusive com o Mac OSX. No Ubuntu novo, ativei o compartilhamento Windows (SMB) e na hora o Mac já achou os compartilhamentos. O Ubuntu também encontrou facilmente os compartilhamentos SMB do Leopard. Sem dar 1 linha de comando sequer, compartilhei minha impressora HP multifuncional no Ubuntu, e instalei-a remotamente no Leopard. Aliás, o Ubuntu novo detectou minha multifuncional na hora que liguei, só mostrando um ícone no System Tray e exibindo um balão dizendo que a impressora estava pronta para o uso. Fiquei impressionado como tudo funcionou.

Isso me leva a crer que o Mac OSX e o Ubuntu Linux estão de longe mostrando que foram feitos para qualquer usuário, automatizando configurações complexas, facilitando a vida do usuário. Um fala com o outro maravilhosamente (utilizando o Samba, que foi feito, vejam só, para falar com o Windows).

Enfim, concordo com o crítico do Wall Street Journal, que diz que o Mac OSX 10.5 é melhor e mais rápido que o Windows Vista, mas que é uma evolução e não uma revolução. Não traz nada totalmente inovador, mas melhora tudo o que já era bom no Tiger. No entanto, coloco também o Ubuntu 7.10 na jogada também e digo, depois do Leopard, acho que o Ubuntu está logo atras, muito à frente da Microsoft, que a meu ver já ficou bem pra traz!

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Aug 21

Como é terrível quando descobrimos que esquecemos de salvar alguma coisa não é? Ou quando o HD da algum problema e perdemos dezenas de arquivos importantes. Por isso é sempre importante fazer backup, mas qual a melhor forma?Se você possui banda larga já parou pra pensar como seria bom usufruir dela para fazer backup online? Quem tem um Mac e paga o serviço “.Mac” sabe do que se trata, pois com ele você pode sincronizar seus favoritos, e-mails, fotos, vídeos e muito mais, mas e quem não tem um Mac ou prefere não pagar os US$ 99,00 por ano para a Apple?

mozy-logo-beta-120.png

Pra essas pessoas que existe o Mozy, um sistema de backup automatizado de excelente qualidade e ainda por cima gratuito. Funciona assim: Você se cadastra no site, faz o download do software e instala na sua máquina. Aí é só se logar pelo programa e escolher o que você quer que o mozy automaticamente faça backup para você. Por exemplo, você pode escolher: E-mails e contatos (suporte para outlook, outlook express, thunderbird e Apple Mail), contatos, favoritos do firefox, favoritos do internet explorer, músicas (do diretório de músicas incluindo o iTunes), fotos e imagens do iPhoto (ou da pasta fotos no windows), apresentações (power point e keynote), planilhas, documentos, vídeos, configurações de programas, dentre outras coisas. Veja abaixo uma imagem de configuração do Mozy:

mozy.jpg

Além das políticas de backup prontas que o Mozy possui, você poderá indicar manualmente alguns diretórios importantes para que o Mozy faça o backup de todos arquivos para você também. O mais legal do programa é que toda a vez que o Mozy for fazer um backup, ele o fará apenas dos arquivos novos e modificados. Se você não modificou um arquivo que já foi backupeado anteriormente, o Mozy passa por cima dele, mantendo seu computador sincronizado com o backup, desta forma, somente a primeira vez que você for fazer backup irá demorar pois nenhum arquivo se encontra no servidor ainda. O Mozy fica aberto no System Tray e inicia junto com seu computador para fazer os backups sempre que necessário, e se você quiser, pode configurá-lo para fazer os backups somente em determinados horários, ou quando você se ausentar do computador.

Ao se cadastrar no Mozy, você terá gratuitamente 2GB de espaço para guardar suas coisas, isso pode ser muito (por exemplo para pessoas que so querem guardar documentos e planilhas) mas também pode ser muito pouco (pra mim, por exemplo). Se 2GB é pouco para você, então você tem 2 opções. Você poderá pagar pelo plano ilimitado e ter uma conta sem limite de espaço pra salvar tudo o que precisar online e depois restaurar seus backups sempre que precisar, e a bagatela sai por $4,95 por mês. Ou, se preferir, indique seus amigos para participar do programa. Pra cada amigo seu que é indicado e usa o programa, você ganha 250MB de brinde, ou seja, 4 amigos = 1GB.Infelizmente o Mozy ainda não tem versão pra Linux. Mas com o Mozy Pro, você poderá fazer backups também no Linux. O Mozy hoje conta com versões para Windows e Macintosh e trabalha muito bem.Para fazer o download e começar a salvar seus arquivos (Windows e Macintosh) acesse: Página do Mozy

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Jan 21

Primeiramente olá a todos meus leitores. Creio que o título possa expressar bem o que sinto. Irei desabafar neste post a grande verdade do mundo dos computadores do ponto de vista dos Desktop e multimídia (note que não estou citando servidores, redes nem jogos). Trabalho com Design Gráfico, gosto muito da área de multimídia e gostaria muito de me aprofundar em outras áreas como animação 3D, modelagem, cinema, som, etc. Mas confesso que me sinto extremamente limitado tecnologicamente ultimamente.

Fruto de muito suor (só Deus sabe) conseguimos comprar aqui em casa um computador bom (pelo menos do meu ponto de vista). No entanto, mesmo com toda esta potência de hardware, me sinto limitado do ponto de vista do software e do sistema. Me sinto como que em uma ferrari, mas numa pista com limite de 60km/h. Pensando muito nos últimos dias, pesquisando, cheguei a uma infeliz (ou feliz, dependendo do ponto de vista, como tudo no mundo) realidade:

  • Apple = Inovações
  • Microsoft = Cópias mal feitas com 4 anos (na média) de atraso
  • Linux = Cópias bem feitas com 6 anos (na média) de atraso

Vou colocar aqui alguns exemplos para ilustrar o fato:

  • Apple criou o Spotlight, um sistema de busca que fica indexando os arquivos no plano de fundo, e em poucos segundos consegue trazer resultados precisos buscando até mesmo dentro dos documentos. Mais tarde surgiu um projeto muito bom para Linux chamado Beagle que faz a mesma coisa. O novo Windows Vista possui um recurso idêntico acoplado ao menu iniciar.
  • Apple criou o iTunes, um player capaz de reproduzir músicas, baixar capas de albuns, organizar a biblioteca com playlists, tocar rádios, podcasts, comprar músicas online dentre outros recursos. Mais tarde o player foi lançado para Windows por ser o principal software para se trabalhar com os iPods. No Linux, diversos projetos são no mínimo suspeitos de copiar idéias, como exemplo temos o amaroK, Listen e Exaile.
  • Apple criou o iPhoto, um software capaz de catalogar fotos, importá-las da câmera digital, fazer pequenos retoques, criar cartões, calendários e diversos outros recursos. No Windows, vários softwares apareceram com a mesma proposta, dentre eles o Photoshop Lite e o Picasa. Mais tarde, no Linux, o Picasa foi portado (usando o wine) e vieram outros projetos, sendo que o mais famoso é um ótimo software chamado F-Spot (que já analisei aqui em meu blog inclusive).
  • Apple criou um software chamado Front Row, que trabalha com seu controle remoto, permitindo ao usuário tocar DVDs, filmes, músicas, ver fotos e muito mais de longe, duma maneira simples, como nos menus de DVDs Players. O Linux já possui 2 projetos similares, usados em dispositivos embarcados: Elisa e Freevo. O novo Windows Vista já conta com um software chamado Windows Media Center que faz exatamente o mesmo.
  • Apple criou um software chamado iMovie, que permite a qualquer pessoa editar seus vídeos pessoais e incluir efeitos profissionais. Em conjunto com o iDVD, é possível se criar DVDs animados e gravar facilmente. O Windows possui diversos softwares hoje já para esse recurso, e eles criaram o próprio Windows Movie Maker para edição de vídeos. No Linux, softwares como Diva (editor de vídeos simples e intuitivo) já atraem os olhos dos usuários, e softwares para criação de menus de DVDs também já estão sendo desenvolvidos.
  • Apple criou o Dashboard, um software que permite acoplar ao desktop diversas informações como previsão do tempo, situação de aeroportos, páginas web, tradutores, calculadora, relógio, calendário, etc, além do Widgets. No Windows, o Active Desktop foi criado anteriormente, e no Windows Vista, um software idêntico foi criado, mas com o nome de Gadgets. No Linux, softwares como gDesklets e Super Karamba fazem o mesmo.
  • Apple criou o navegador Safari, que incluia recursos como RSS, recurso que hoje também existe no Linux via Mozilla Firefox e no Windows agora com o novo Internet Explorer.
  • Apple criou o OSX, um sistema operacional com diversos recursos interessantes. Nele é possível pressionar F9 e ver todas janelas abertas de uma vez. Ao pressionar F11 é possível visualizar a área de trabalho, e tudo com efeitos muito bonitos de transição. O minimizar e restaurar de janelas também possui um efeito muito interessante. No Linux, todos estes recursos já foram copiados pelo software Beryl. No novo Windows Vista, os efeitos visuais também foram adicionados.
  • Apple possui soluções de e-mail, calendário e agenda, assim como seus concorrentes diretos, porém estas soluções são aplicações separadas porém integradas, de forma que se você quer apenas ler um e-mail, não precisa esperar os outros módulos serem carregados a parte. No Windows Vista, isso foi copiado pelo antigo Outlook Express. No Linux não tenho relatos ainda disto, pelo menos a última versão do Evolution ainda mantém todos recursos em um único programa (e muita gente que reclama do excesso de recursos acaba partindo para o Mozila Thunderbird).

A Apple trabalha já num novo sistema operacional que está próximo de seu lançamento e pretende bater de frente com o Windows Vista. Seu lançamento foi adiado para que o Windows Vista saísse primeiro, e a Microsoft não tivesse como copiar estes novos recursos. Dentre os recursos novos, será possível rodar Windows e Mac OSX ao mesmo tempo, e para mudar de um para o outro, será um processo muito semelhante a um “trocar usuário”.

Existem especulações de que o novo OS da Apple também rodará aplicações do Windows tranquilamente, como se o sistema possuísse uma espécie de Wine já instalado e muito bem configurado. Um recurso chamado Time Machine (máquina do tempo) permitirá voltar no tempo e restaurar arquivos antigos facilmente. Será possível, por exemplo, fazer uma busca por um arquivo, e, sem resultados, voltar no tempo 1 mês, e ver quais seriam os possíveis resultados daquela busca naquela data, restaurado os arquivos com 1 clique.

Eric Schmidt, o CEO do Google, foi chamado para ser o Diretor Executivo da Apple. Por possuir fortes contatos na Sun, ele planejou uma mega parceria Google, Sun e Apple. Dentre os frutos da aliança, está um novo sistema de arquivos chamado ZFS (Zettabyte File System), um sistema de arquivos totalmente inovador. Pra se ter uma idéia, neste novo sistema de arquivos, não existe mais o conceito de partição ou disco, mas sim o conceito de pool. Os pools são conjuntos de dispositivos que compartilham características similares. Este sistema utiliza o método copy-on-write, ou seua, ao gravar um arquivo com mesmo nome de um anterior, nunca ele será gravado no mesmo lugar do anterior, nem o antigo será deletado até que seja verificado o arquivo gravado para que tudo esteja correto.

As operações são todas feitas usando um checksum de 256 bits para validar os dados. Ou seja, risco quase zero de corrompimento de arquivos, tanto é que o sistema nem possui um sistema de recuperação (como os famosos scandisk e fsck). O sistema ainda permite a criação de pools e ficheiros com 16 exabytes (260 bytes).

Isto sim é inovação!

Outro ponto que me deixa no mínimo chateado é o descaso de empresas como a Adobe com o sistema Linux. Todos os softwares gráficos novos (incluindo os Open Sources como é o caso do GIMP e do Inkscape) se espelham de certa forma em softwares como Photoshop e Illustrator. É verdade que o GIMP possui diversas funcionalidades diferentes, ciclo próprio e possui desenvolvedores que batem os pés para não implementar recursos do Photoshop alegando que trata-se de um software diferente, justiça seja feita! Mas de qualquer forma conceitos como camadas, máscaras e filtros são originários do Photoshop. O Inkscape surgiu com o intuito de ser um software compatível com o Illustrator logo de início, coisa que pouca gente sabe!

Resumindo: Não acho que copiar seja ruim, o que é bom deve ser copiado! Inclusive o efeito do cubo do beryl está sendo copiado pela apple, o X11 já foi implementado no OSX para que aplicações do Linux possam ser portadas para mac facilmente. A Apple utiliza o Bash como terminal, e softwares Open Source estão entrando aos poucos, é verdade! O próprio conceito de Open Source já engloba a palavra “copiar”. Mas é verdade que quem não utiliza Mac está pelo menos 4 anos atrasado na média!

Os softwares multimídia para Linux estão crescendo muito rapidamente, mas estão a anos luz atraz dos feitos para Mac. Os do Windows estão um pouco mais evoluídos, mas mesmo assim, caminham atraz (vejam o Final Cut da Apple por exemplo). Confesso que gostaria MUITO de comprar um Macbook e instalar Ubuntu nele, ficando com os 2 sistemas: OSX para trabalhos profissionais e aprendizado multimídia, e Ubuntu por amor e paixão pelo maravilhoso sistema e uso cotidiano!

Mas definitivamente, os computadores da Apple são extremamente caros para nós meros mortais brasileiros que recebemos em reais. Então vou tocando minha vida limitada por uma estrada de 60km/h. Hoje é meu aniversário (22 de janeiro), quem sabe no meu próximo aniversário eu consiga postar de um Mac, com dual boot… Não custa sonhar!

PS: Este texto foi vomitado. Por favor perdoem qualquer erro de digitação.

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May 12

Usuários do Gnome, preparem seus corações que fortes emoções virão! Você gosta de ouvir música, e não acha um player descente? Seus problemas acabaram!!!

Não, não é o iTunes, mas é praticamente a mesma coisa, só que melhor é claro! Como tudo no Linux!

Conheçam a 8ª maravilha do mundo dos gnomos: Listen

Pra não ficar enrolando, vamos à lista de recursos do programa:

  • Toca seus arquivos favoritos de som
  • Gerencia sua biblioteca de forma eficiente
  • Fala a mesma língua do seu ipod e se integra com ele perfeitamente
  • Gerencia sua lista de podcasts
  • Cria playlists com suas músicas favoritas
  • Baixa automaticamente (ou manualmente, se preferir) a capinha do CD onde está a música tocada no momento (mesmo para arquivos MP3 e OGG)
  • Sincroniza as capinhas de álbuns com seu ipod automaticamente
  • Grava suas playlists diretamente para CDs (integrando ao serpentine)
  • Pega informações do artista automaticamente no Wikipedia (conforme as músicas são trocadas)
  • Baixa a letra completa a música que esta sendo tocada, diretamente da internet
  • Gera estatísticas das músicas, álbuns e artistas mais tocados por você e conceqüentemente favoritos
  • Conecta-se a rádios online
  • Envia seus sons ao Audioscrobbler
  • Acesso rápido ao last.fm e busca por artistas similares
  • Playlist atualizada em tempo real com o last.fm (você coloca uma música para tocar e ele já saberá quais são os artistas similares, gera o seu gosto musical e vai inserindo músicas da sua biblioteca na playlist em tempo real com base nesses dados)
  • Minimiza para o System Tray do Gnome
  • Ao trocar de música, levanta um balaozinho no canto da tela com a capa do álbum, nome da música e artista
  • Também pode exibir as informações na troca de faixar com uma caixinha translúcida que aparece em qualquer lugar da tela que você quiser
  • Permite edição de tags ID3 de forma fácil e prática
  • 3 modos de visualização (player, player + playlist, player + playlist + biblioteca)
  • Possui plugin de visualização

Página oficial: http://listengnome.free.fr/
Pois é, ele lava, passa, cozinha e ainda faz o dever de casa! Se você é um usuário do Ubuntu meus parabéns! O Listen foi feito para você!

Infelizmente os criadores estão disponibilizando pacotes apenas para a versão Dapper Drake do Ubuntu Linux, então se você já está usando o Ubuntu Dapper Drake (6.06) adicione ao seu sources.list a linha do repositório do listen com o comando abaixo:

sudo gedit /etc/apt/sources.list

Adicione a linha abaixo no final do arquivo, salve e feche (do jeito que aparece):

deb http://theli.free.fr/packages/ dapper listen

Depois execute os comandos para instalar:

sudo apt-get update

sudo apt-get install listen

Aproveite agora para ouvir alguma coisa de qualidade, como o CD Animals do Pink Floyd! :D

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