Jul 07
Faz algum tempo fiz um post sobre o MacBook Air, em que eu afirmei que a Apple antecipou o futuro mais uma vez (como quando lançou iMacs sem drives de disquetes) ao lançar um full-notebook sem drive de CD nem placa de rede com fio. Muitos foram os comentários de pessoas dizendo que isso era um absurdo e que o DVD/CD nunca iria acabar (tanto no post quanto no messenger), e blablabla.

Bem, volto mais uma vez aqui a afirmar que a tendência é a de todo tipo de mídia de armazenamento desaparecer, e nesse meio entenda CD, DVD, Pen Drive e até HD. A tendência (mesmo que ainda um pouco distante de nossa realidade) é que todos os softwares fiquem na internet e não localmente, inclusive o sistema operacional (por que não?). Basta uma rede sem fio com cobertura global em alta velocidade. Os computadores seriam apenas terminais burros. É o famoso conceito de “nuvem” que o Google adora usar. Atualmente podemos editar documentos, planilhas e apresentações online com o Google Docs, além de ter contato e Agenda ao nosso alcance. A tendênca é que os aplicativos aos poucos saiam do computador e migrem para a internet. Em alguns casos isso deve ser rápido, mas para outros casos a espectativa é à perder de vista (como por exemplo edição de vídeos e imagem).

Sem muito blablabla, vou apresentar hoje um site bastante interessante que segue justamente essa linha de pensamento que citei acima, trata-se de um sistema operacional completo todo online. Você deve se perguntar: como assim um sistema operacional completo? Imagina um Linux ou Windows rodando dentro de um navegador, sendo que o sistema é todo feito em flash. Conheçam o G.ho.st (clique na imagem para ampliar):

Inicialmente, ele tem bem uma cara de Windows, é verdade, mas no final das contas a idéia é fantástica. Pelo fato de rodar tudo direto do seu navegador, requer uma conexão banda larga boa (recomendo 1Mb ou mais). O G.ho.st tem o básico que um sistema operacional precisa:

  • Área de trabalho com ícone
  • Gerenciador de arquivos
  • Menu (argh) “iniciar” (que na verdade se chama “Go”
  • Sistema de janelas para os aplicativos abertos
  • Minimização, maximização e restauração de janelas
  • Widgets
  • Cliente de e-mail
  • Browser de internet
  • Player de música (Last.fm)
  • Player de vídeos (Youtube)
  • Comunicador instantâneo (Meebo e Yim)
  • Editor de textos e planilhas eletrônicas
  • Acessórios (calculadora, google, lixeira, bloco de notas, etc)
  • Jogos
  • Dentre outros programinhas e utilitários.

Você pode enviar para o G.ho.st seus arquivos. Ao se cadastrar, você ganha 5GB de espaço em disco para guardar qualquer coisa, e mais 3GB de espaço para e-mails (você ganha um e-mail @g.ho.st. Se você indicar seus amigos, ainda ganha 1GB pra cada amigo cadastrado.

Da pra fazer upload de seus arquivos do computador para seu sistema operacional online sempre que quiser, e vice versa, além de poder personalizar seu desktop trocando o papel de parede, sons, etc, como em qualquer outro sistema desktop.

A idéia é realmente genial, imagine ter um computador virtual online pra acessar de onde quiser. Deixar todos seus documentos lá e usar de casa, da faculdade, da lan house, do trabalho, sempre o mesmo desktop, o mesmo computador. Mas não espere muita coisa. O projeto está em fase alpha e requer uma boa conexão com a internet.

Ele ainda é um pouco lento e limitado, talvez nem seja uma opção para usar com frequência, mas vale o teste pra ter uma idéia do que o futuro nos espera.

Gostou? Quer testar? Basta acessar o link: http://g.ho.st/

Clique em Start G.ho.st e crie seu cadastro (ou entre como guest se quiser só conhecer).

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May 25

Ai ai, a TV de alta definição. A correria às lojas para aquisição desta novidade (ta bem, não tão novidade assim) começou. A popularização de preços ainda está longe do esperado, mas o movimento já se iniciou. Fico imaginando como deve ser assistir as grandes porcarias que passam de domingo na TV aberta em alta definição. E é justamente por conta dessa grande porcaria que é a televisão brasileira que eu me atrevo a criar mais um post sobre TV via internet. Mas desta vez será um pouco diferente, mostrarei os reais motivos para que você aposente de vez sua televisão convencional. Ao final do artigo, vou inclusive mostrar como usar o Miro para fazer downloads automatizados de suas séries favoritas.
São muitos os programas que prometem seu lazer televisivo via internet, mas será que todos cumprem? Hoje vou falar um pouco sobre o mais completo software na minha opinião, o Miro. É verdade que muita gente já conhece e utiliza esse software, mas muita gente ainda não explorou seu total potencial. Você sabia que você pode baixar suas séries favoritas direto de dentro do Miro? Primeiro vamos entender exatamente o que é o Miro, e assim explorar todo seu potencial.

Miro é a união de diversas tecnologias em um único software. É um agregador RSS, um player de vídeo, um organizador e um cliente bittorrent. Confundiu um pouco a cabeça? Então vamos descomplicar um pouco:

- Agregador RSS: Um agregador RSS é um software que lê feeds RSS. A maioria dos sites mais modernos trabalham com RSS (e este blog não é diferente). Todas as novidades, postagens recentes e notícias, são enviadas formatadas em um formato padrão e um endereço exibe essas informações. O papel do agregador RSS é ler de tempos em tempos esses feeds e formatar na tela tudo de forma legível e organizada. Em outras palavras, se você utilizar um leitor de RSS para se conectar no feed do meu blog, por exemplo, você poderá ler todos meus posts e ser informado de novidades sem a necessidade de abrir o navegador sequer.

- Player de Vídeo: O Miro utiliza a tecnologia VLC. O VLC é um tocador de vídeo e áudio bastante difundido. Está disponível em diferentes plataformas (dentre elas as mais comuns que são Linux, Mac OS X e Windows) e tem suporte a diversos formatos de arquivo e codecs.

- Organizador: O Miro é um organizador graças à sua interface trabalhada. Ele possui um navegador interno que acessa um hotsite com um catálogo online de inúmeros canais de TV de internet para se assinar (no caso assinar o feed do canal). Os canais salvos na sua programação aparecem do lado esquerdo da tela enquanto a informação é exibida do lado direito. Mesmo os seus vídeos já baixados e assistidos ficam bem organizados.

- Cliente Bittorrent: O Bittorrent é um dos formatos P2P (Peer 2 Peer) mais difundidos na atualidade. Graças a essa tecnologia, é possível baixar um arquivo de milhares de pessoas ao mesmo tempo, e enviar também. Conforme você faz o download de partes de um arquivo, essas partes vão sendo enviadas para outros usuários, de tal forma que todos compartilham suas conexões e baixam juntos, evitando a sobrecarga de um único servidor.

Agora como o Miro aproveita todas essas tecnologias afinal? Muito simples! Os canais de TV via internet nada mais são que podcasts (ou vidcasts, no caso). Você pode criar um blog e em cada post colocar um vídeo, por exemplo, e o RSS resultante é coletado pelo Miro, que organiza as informações na forma de um canal de TV. As categorias de seu blog podem ser os programas e os posts os episódios. Desta forma, é simples ter um canal de TV heim.

Em outras palavras, o Miro cataloga e gerencia podcasts (blogs de áudio) e vidcasts (blogs de vídeo), e reproduz todo conteúdo graças ao player VLC embutido, assim como o iTunes faz (só que o iTunes utiliza o QuickTime ao invés do VLC). Só que se engana quem pensa que o Miro para por aí! Graças ao seu cliente Bittorrent embutido, é possível ainda a divulgação de canais com conteúdo distribuído por essa tecnologia. Cada episódio é compartilhado via P2P usando o Bittorrent, e o Miro organiza as informações e faz o download automaticamente pra você.

O Miro ainda trabalha com os principais sites de vídeos: Youtube, Veoh, Google Video, Yahoo Video, DailyMotion, Revver e Blip.tv, além do BlogDigger. Você pode fazer pesquisas e assistir vídeos que estejam no Youtube (por exemplo) sem precisar abrir seu navegador, tudo pela interface do Miro.

Utilize o Miro Guide para localizar novos canais e adicionar à sua programação. Você pode encontrar facilmente canais com tutoriais em vídeo, desenhos, vídeo-clipes, comédia e muito mais. Basta iniciar o Miro e clicar em Miro Guide (caso já não esteja selecionado) e clicar no botão grande e verde “Get Started”.

O Miro é capaz de ler um feed facilmente, catalogar o conteúdo em vídeo, baixar via bittorrent e tocar tudo sem problemas, e justamente por isso, ele pode inclusive ser utilizado para se assistir séries. Um bom exemplo é o site TVRSS, que cataloga e distribui via RSS os links para downloads de centenas e centenas de seriados de TV. É tudo muito simples:

Vamos supor que você goste muito de de uma série. Ao entrar no site TVRSS, você clica em “Shows”. Localize o seriado de seu interesse e clique em seu nome. Na página que abrir, você encontra links para todos os episódios e temporadas, tudo em arquivos .torrent, que são baixados usando o Bittorrent. Personalize a busca escolhendo o grupo de distribuição desejado (são 2 disponíveis: EZTV e VTV). Em seguida clique em Search (se você não selecionar apenas 1 dos grupos, os episódios podem aparecer duplicados pois alguns seriados são distribuídos pelos 2 grupos).

Logo acima dos seriados você encontra um link chamado “Search-based RSS Feed”. Você pode clicar nesse link e o feed será aberto no software padrão para leitura de RSS. Nos navegadores mais modernos, o link abrirá direto (é o caso do Firefox, por exemplo) e o conteúdo exibido na tela. Vá até a barra de endereço de seu navegador, selecione todo conteúdo do endereço e copie-o.

Agora abra o Miro e vá no menu Canais > Adicionar canal (Ctrl + N). O Miro solicitará para que você entre com o endereço do canal. Cole no campo o endereço do Feed que copiamos da barra de endereços do seu navegador e clique em OK. Você notará que o canal com o seriado aparecerá logo em seguida do lado esquerdo da tela, e o último episódio disponível começará a ser baixado. Você pode escolher os episódios que você deseja ver e colocá-los bara download direto pelo Miro. Você pode ver alguns episódios duplicados, caso não tenha escolhido apenas 1 grupo de distribuição na busca.

Você pode configurar o Miro de várias formas para facilitar seu lazer. Do lado esquerdo onde se encontram seus canais favoritos, clique sobre um deles para exibir a grade de programação. No canto superior direito, clique no botão “SETTINGS”. Lá você pode configurar quantos dias os vídeos baixados ficam em seu computador até serem excluídos automaticamente (para poupar espaço essa opção, mas você pode escolher “Never” para que os vídeos nunca sejam removidos), e pode ainda ativar a opção para que o Miro não faça download de novos episódios caso existam X vídeos ainda não assistidos (afinal pra que ficar baixando todos vídeos de um canal que você nem está assistindo não é verdade?).

Boa diversão!

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Apr 21

Já está disponível a versão beta (de testes) do novo Open Office 3. São diversas melhorias, dentre elas, a possibilidade de ver múltiplas páginas ao mesmo tempo no Writer, um sistema bem mais bonito de notas, suporte ao formato do Microsoft Office 2007, possibilidade de edição de PDFs e integração com o Mac OS X (não depende mais do X11).

Testando um pouco o programa, dá pra notar que ele está um pouco mais rápido, mas ainda nada próximo do ideal. A interface gráfica permanece com cara de “Office 95″, bem atrasada para o padrão de suites de escritório mais modernas. Já as funcionalidades estão excelentes. Substitui bem o Microsoft Office na maioria dos casos, e recomendo para escritórios de olhos fechados.

Sem dúvida o Open Office hoje está bem atrasado (quando o assunto é interface) em relação aos seus concorrentes Microsoft Office 2007, Microsoft Office 2008 e iWork 08. Mas é uma excelente opção gratuita para quem deseja montar um escritório com custo reduzido, fora que é ideal para o pessoal que está acostumado com o Office 95/97 ainda (coisa bastante comum aqui no Brasil). Conheço gente que fica totalmente perdida num Office 2007 ou iWork 08. A interface é muito bem assimilada para quem não acompanha grandes inovações no campo das suites de escritório.

Fiquei bastante contente em poder rodar o Open Office no Mac sem a necessidade de rodar o X11 (que deixava o aplicativo bem feio, pesado e pouco compatível), mas por outro lado, fiquei também decepcionado com a interface do programa. Só para comparar, vejam uma screenshot do iWork:

E abaixo uma screenshot do Microsoft Office 2008:

Para quem quiser experimentar o Open Office 3 beta, aí vão os links:

Download do Open Office 3 - Beta (somente inglês no momento)

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Jan 22
Para quem não tem possibilidades de comprar um Mac ou mesmo um Mac OS que tal deixar seu computador ao menos parecido com este tão aclamado sistema operacional?
No Gnome podemos configurar perfeitamente estes recursos. Segue um pequeno vídeo que gravei de meu próprio Desktop configurado como no Mac. Mais abaixo ensinarei como proceder para deixar o seu igual.
CLIQUE AQUI com o botão direito e selecione “Salvar Destino Como”. (Não use plugins para ver do browser pois o filme deve ser visto em tela cheia apenas e o plugin pode cortar a imagem).

 

 

Primeiramente instale os mesmo temas que eu utilizei abaixo (Sistema > Preferências > Temas):
Sistema Operacional: Ubuntu Linux 5.10 Breezy
Ambiente Gráfico: Gnome 2.12
Tema GTK: Platinum
Tema Metacity: T-ish
Tema Ícones: SnowIsh (Recomendo o PNG que pesa menos. Mas você pode usar o SVG)
Wallpaper: Aquablue
Após configurar tudo isto, devemos configurar o Metacity (borda das janelas) para que os botões fiquem na ordem do Mac OS (na esquerda).
Aplicações > Ferramentas de Sistema > Editor de Configurações
Vá nas chaves: apps > metacity > general e localize a chave button_layoyt. Altere o conteúdo dela para close,minimize,maximize:menu. Isto deve dar conta.

Agora precisamos configurar para que um duplo clique na borda da janela faça com que ela se enrole e não maximize. Para isso vamos em Sistema > Preferências > Janelas. Na opção Ação da barra de título marque a opção Enrolar.

Agora vamos configurar as fontes para um tamanho um pouco menor. Vá em Sistema > Preferências > Fonte. Eu coloquei tudo Verdana tamanho 8 aqui, mas você pode trocar. Recomendo usar tamanho 8, mas a fonte de sua preferência.

Agora só falta aquela barrinha bonitinha e animada abaixo. Trata-se do Gdesklets. Para instalá-lo execute o comando sudo apt-get install gdesklets. Abra o programa no menu Aplicações > Acessórios > Gdesklets e vá em Arquivo > Instalar Pacote. Instale o seguinte pacote que se encontra AQUI. Feito isto o Desklet StarterBar deve aparecer na lista. Dê um duplo clique nele e quando ele aparecer, mova o mouse até o desktop e clique la com o botão esquerdo. Vá arrastando os ícones do menu para dentro da barra e use o botão direito para editar os lançadores. Eu aqui editei todos e troquei por ícones da própria barra do Mac OS X que encontrei pela internet. Tem alguns legais AQUI.

Estamos quase lá! Agora vamos configurar o Gnome para que abra a barrinha do Gdesklets automaticamente no Login. Vá em Sistema > Preferências > Sessões e na aba Programas Iniciais adicione o comando gdesklets na posição 50.

Pronto! Você já tem um sistema igualzinho o Mac OS X na aparência. Se você ainda quiser uma Splash Screen legal para colocar no Gnome, tente ESTA AQUI.

Agradecimentos ao LaSSarD pois me inspirei num Desktop dele pra fazer o meu.

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Oct 05
Se você acha que seu Windows XP é bonito olhe o Linux!
No Windows XP temos “muitas” aparências pra se alterar não é mesmo? Deixe-me lembrar… Tem o tema verde oliva, o azul padrão e aquele prateado né? Ah… esqueci-me do visual do Windows 2000 também. São 4 ao todo. Você acha que isso é personalização???
Se você se sente incapacitado de exercer suas atividades artísticas personalizando um desktop no Windows experimente o Linux. O ambiente gráfico Gnome (que é o padrão do Ubuntu e Fedora) vem com uma série de temas que mudam cores, bordas, botões das janelas, efeitos, ícones e muito mais. Você ainda pode combinar dentre eles criando infinitas possibilidades visuais. A posição de barras também pode ser personalizada bem como sua quantidade. Mini-aplicativos se integram maravilhosamente com os painéis criando um sistema funcional e incrementado, exibindo seus e-mails, notícias, previsão do tempo, montagem de volumes (cds, dvds, disquetes, pen drives), monitor de carga da cpu, monitor de temperatura, etc. Como se não bastasse você pode conectar a internet em um site especializado de temas e pegar vários outros. Da pra ficar horas só mudando a aparência de sua tela. Com programas como Gdesklets você pode integrar no fundo de sua área de trabalho (em cima do papel de parede) recursos como monitoramento da carga da cpu, temperatura, checagem de suas contas de e-mail, menus animados (igual aquele do Mac OS X por exemplo), frase do dia, notas “post it”, barrinhas, controles para seu player de som, da até pra colocar um sistema pra baixar as capinhas do cd que você está tocando ou até do “suposto” cd no qual seu MP3 estaria.
Vamos dar uma olhadinha como é um desktop gnome configurado com gdesklets:

Gdesklets e Gnome em ação

Com um pouco mais de trabalho você pode implementar um sistema de desktops paralelos 3D. La no Windows agente tem apenas aquela interface, que quando enche de janelas ficamos perdidos abrindo uma por uma. No Gnome você pode colocar até 36 desktops ao mesmo tempo. É como se você tivesse 36 monitores. Se você entupiu a tela de programas, vá para outro desktop e continue o trabalho sem aquele monte de janelas. E você pode mudar de um para outro com efeitos de transição animados em 3D! Isso realmente impressiona todos meus amigos que vêm em casa.
Vejam que legal a troca de desktops:

3D Desk trabalhando

Se você gosta de coisas um pouco mais complicadinhas, pode tentar instalar pelos tutoriais programas de desktop como o Looking Glass da Sun. Nele você vira janelas ao contrário de forma totalmente 3D, e ao invés de minimizar programas pode guardá-los de lado como se fossem livros. Conceitos totalmente inovadores estão disponíveis no Linux. Veja como é um desktop 3D:

Ambiente Looking Glasses

Esse último desktop realmente vai deixar você de boca aberta. Se você tem Real Player ou Quick Time entre neste link e assista o vídeo de demonstração. É realmente fantástico!
O ambiente gráfico do Linux, com ajuda de alguns programas, oferece total suporte a transparências. Você pode, por exemplo, comentar este meu post pelo seu Firefox e ao mesmo tempo olhar a janela do messenger atraz. Da pra deixar as janelas transparentes como se estivessem sendo projetadas em um vidro.
Vejam como fica:

Gnome usando transparências

Se você não gostou muito do Gnome e não quer tentar nada muito extravagante como o Looking Glasses, que tal usar o KDE que tem belíssimos efeitos de transição e um painel de controle super completo? Ícones, wallpapers, temas, cores e tudo podem ser personalizados por horas.
Seu computador está um pouco obsoleto? Sem problemas, use uma interface mais leve como o IceWM que aceita ícones, menus e temas também, mas de forma bem mais leve. Se quiser radicalizar experimente o Fluxbox que nem ícones tem. Todos os aplicativos ficam num menu flutuante que você chama com o botão direito do mouse.
Se você realmente gosta da aparência do Windows XP (que mal gosto heim!) pode usar o XPDE que é uma interfáce gráfica clone… é igualzinho imitando os menus, ícones, ferramentas e tudo mais.
Dêem uma olhadinha:

XPDE em ação

Deu pra perceber que no Linux você pode ter vários ambientes desktop diferentes, né? No Linux, o ambiente desktop roda em cima do “X” que é o servidor gráfico. Repare que aquele monte de efeitos e frescuras visuais não passam de programas e não do sistema operacional. Se você detonar tudo e deixar o computador extremamente lento chegando a travar janelas até, pra que reiniciar o computador? Você pode apenas reiniciar o “X” apertando Ctrl + Alt + Backspace e voltando direto pra tela de login. Da pra fazer isso no Windows? São muitos os ambientes desktop para Linux. Ai vão alguns: Gnome, KDE, Fluxbox, Openbox, Blackbox, IceWM, WindowMaker, Xpde, Afterstep, Blanes, Enlightenment, Fvwm, Golem, Oroborus, Qvwm, XFCE e muitos outros.
Incentive sua criatividade, use Linux!

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