Feb 12
Olá amigos leitores. Hoje eu vou falar dele, o MacBook Air. O novo notebook da Apple que está dando o que falar. É o notebook mais fino do mundo, extremamente portátil e, ao mesmo tempo, um legítimo Intel Core 2 Duo com teclado completo e tela de 13.3 polegadas widescreen. De cara já dá pra perceber as vantagens dele em relação a outros sub-notebooks poraí, afinal digitar em tecladinhos reduzidos e olhar em telas com resolução de 800×600 ninguém merece não é?

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Mas é sobre outra perspectiva que quero falar deste notebook. Muita gente está falando bastante mal do novo MacBook Air, inclusive revistas de nome, que estão nas bancas, como é o caso da Info Exame (lembrando que a análise foi feita por John C. Dvorak). É muito bom para estas revistas polemizarem o caso, foi o mesmo que aconteceu quando a revista Veja falou mal do iPhone quando todos falavam bem. Ir na contramão da maioria é uma estratégia de marketing justamente para vender mais, sem dúvida, mas nestes últimos casos, acredito que as análises estão sendo feitas equivocadamente por pura ignorância mesmo (esta é uma opinião pessoal).De fato, o MacBook Air possui muitos pontos que podem ser considerador negativos, ele tem muita coisa pra se falar mal, como por exemplo:

  • Não possui drive de CD/DVD (você tem que usar um drive compartilhado de outro computador ou comprar um drive externo USB)
  • Não possui placa de rede com fios (você só se conecta sem redes sem fio)
  • Só possui 1 porta USB
  • O processador é o mais lento Core 2 Duo do mercado (1.6Ghz, por conta de ser compacto ao extremo)
  • Não é possível trocar a bateria sem ter que abrir o computador (tem que levar na assistência para tal, também por conta de ser compacto ao extremo)
  • Não é possível fazer sozinho upgrade de memória ou HD (também por ser compacto)
  • O drive SSD ainda é absurdamente caro (a culpa não é da Apple… nem minha… rs)
  • A saída integrada de som é mono (sim… compacto!!)
  • Não possui entrada de microfone
  • etc, etc, etc

Como podem ver, da pra falar muito mal e apontar as desvantagens deste notebook facilmente. Falar mal é muito fácil, mas gostaria de analisar o produto por um outro ângulo. A Apple é conhecida por lançar produtos inovadores no mercado, unindo qualidade, praticidade e DESIGN. Sem dúvida os designers da Apple são muito competentes, acredito que ninguém discorde disso! Agora convido você a pensar comigo:Quais as tendências da internet? Para onde a tecnologia está nos levando?Qualquer designer minimamente competente sabe que um produto de sucesso é aquele que é lançado hoje buscando as tendências de amanhã. Quanto mais cedo o designer conseguir projetar o futuro, maior sua chance de sucesso. Pois bem, vamos responder a pergunta feita acima:Imaginem uma grande rede de internet global (ou ao menos nos grandes centros urbanos) em alta velocidade. A tecnologia 3G é apenas a ponta do iceberg, mas imaginem isso umas 100x melhor. Uma rede de internet com um sinal forte e em qualquer lugar, como é hoje o sinal de TV digital, por exemplo. Já imaginou você abrindo o notebook em qualquer lugar e pegando sinal de internet automaticamente?Agora imagine esta rede em uma velocidade muito superior à atual. Uma rede sem fio com velocidades superiores às da rede local até. Não é tão difícil imaginar quando nos lembramos das antigas conexões em 9.8 ou 14kbps de alguns anos atras, comparem com as conexões de 8MB que temos hoje no Brasil e conexões de mais de 50MB em outros países, ou até o link dedicado de 5GB colocado recentemente no Campus Party (isso porque foi no Brasil heim) que permitiu facilmente downloads de mais de 5MB por segundo de acordo com relatos do nosso amigo Guto Carvalho. Se for fazer a conta, 5Gbits daria downloads de até uns 40MB/s (a conexão do Campus Party é compartilhada com todos afinal).Com uma rede tão rápida quanto a gravação em um HD (ainda é um pouco absurdo, mas é questão de tempo), não é difícil imaginar o futuro. Seria a abolição dos produtos como conhecemos hoje (CDs, DVDs, Pen Drives, Disquetes, tudo), afinal você poderia trabalhar em um documento, e ao clicar no botão “salvar”, o arquivo seria salvo diretamente na internet, num espaço privado (como um disco virtual). Sendo assim, salvar um arquivo no seu HD local ou no seu disco virtual seria mais ou menos o mesmo (aliás outra tendência que já existe nos Macs a anos, o chamado iDisk).Claro que isto seria já o extremo, tecnologia para daqui muitos anos ainda, mas atualmente, já estamos entrando na rede sem fio, então a solução para alguns dos problemas citados acima sobre o MacBook Air seria:

  • Não possui drive de CD/DVD - Quem vai precisar de drives de CD/DVD daqui pouco tempo? Atualmente, 90% dos softwares novos são vendidos online, em versões de download. Você baixa o programa, usa a versão de demonstração, faz o pagamento com cartão de crédito internacional e recebe a licença na hora, sem ficar esperando entregarem nada na sua casa e contribuindo com o meio ambiente, pois é uma embalagem a menos no mundo. E se quiser você pode usar um drive remoto via rede sem fio. Não sei como o brasileiro ainda tem mania de comprar softwares em lojas, esperar chegar a encomenda e guardar em casa um futuro lixo que vai voltar para a natureza alguma hora! Os CDs de música e DVDs de filmes e shows? Atualmente a Apple vende todos esses produtos digitalmente (um exemplo a ser seguido) em versões para download. Você pode comprar ou alugar um filme diretamente da internet, além de baixar MP3s e álbuns inteiros sem desmerecer o artista e compositor.
  • Só possui 1 porta USB - Quem precisa de mais? A tendência é que a porta USB desapareça, afinal quase tudo hoje já possui opções sem fio. Existem impressoras com placa de rede para impressão via rede local, mouses totalmente bluetooth (vide o da Apple que não precisa nem mesmo de conector USB e detecta diretamente com o computador), fones de ouvido e microfones bluetooth, celulares bluetooth, e a tendência é justamente esta.
  • Não possui placa de rede com fios - Com a popularização das redes sem fio, é possível comprar um roteador WiFi por R$ 150,0. Em cidades como São Paulo, no centro urbano, podemos encontrar inúmeros hotspots em bares, restaurantes, aeroportos, etc.
  • A saída integrada de som é mono - Um fone de ouvido com microfone integrado sem fios Bluetooth daria conta do recado facilmente, como já foi mencionado.
  • Não possui entrada de microfone - Idem do item acima

Com a evolução das redes sem fio, não é difícil imaginar o futuro. Com isso, podemos concluir que o MacBook Air é uma revolução e não uma simples evolução. Entendidos esses conceitos, é possível que analisemos melhor o produto.Em resumo: Falar mal do MacBook Air por conta destas suas “”"limitações”"‘ é o mesmo que dizer que uma Ferrari não presta porque é muito rebaixada e não anda nas ruas esburacadas e cheias de valetas de São Paulo!Se o MacBook Air serve para mim? A resposta é não, eu ainda dependo de CDs, DVDs, e portas USB, embora utilize muita rede sem fio. E não necessito de algo tão compacto, mas sim de um pouco mais de desempenho para utilizar com tranquilidade meus softwares de criação e edição. Mas não é porque não serve para mim que o produto é ruim!Pense nisso!

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Jan 18

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Salve pessoal. Muita gente já deve ter ouvido falar do Time Machine, o novo sistema de backup para Mac criado pela Apple. Trata-se de um método bastante simples, eficiente e, não podendo ser diferente, bonito! O Time Machine é inteligente, guardando backups de hora em hora (nas últimas 24 horas), dia a dia (no último mês) e semana a semana (até que o HD de backup esteja cheio).

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Vejam no link um comercial sobre o Time Machine:  Get a Mac - Time Machine

Vejam no link uma demonstração de uso do Time Machine: Demonstração do Time Machine

Parece um tanto quando impossível querer fazer backup de todo seu computador (incluindo os programas e configurações) de hora em hora, imaginem o espaço que isso iria ocupar! Mas o método de backup do Time Machine é inteligente. O primeiro backup demora, ele salva todos os arquivos.À partir daí, o Time Machine só irá salvar os arquivos que foram em algum momento modificados, deixando os inalterados intactos, sem duplicar assim. Se você abrir um documento e digitar uma vírgula sequer, será o suficiente para que o Time Machine entenda que o arquivo deve ser salvo novamente no próximo backup, mas, por outro lado, se você não modifica um determinado arquivo por 1 ano, este não será guardado novamente por todo esse tempo.

Com isso, com um HD mesmo que pequeno, é possível guardar backups de até vários meses atras, talvez anos. Para usar o Time Machine, você precisa ter um Mac rodando o sistema Mac OSX 10.5 Leopard e ter um HD externo, conectado via porta USB ou FireWire. Recentemente a Apple criou um novo dispositivo chamado Time Capsule. O Time Capsule é um roteador wi-fi de altíssimo desempenho com um HD interno (que pode ser de 500GB ou 1TB) para backups via Time Machine, sendo assim, podemos afirmar que o software permite fazer backups via rede. Mas essa opção vem desabilitada, de tal forma que apenas com o Time Capsule (que não sai por menos de 299 dólares) será possível utilizar desta vantagem.

Mas os programadores não param, e um software chamado iTimeMachine permite que você ative o recurso de backup via rede para funcionar em qualquer diretório compartilhado. Sendo assim, você poderá compartilhar um diretório em outro computador na sua rede (seja ele um Mac, Windows ou Linux) e conectar-se pelo seu Mac, indicando ao Time Machine que utilize aquele volume como disco de backup.

A configuração deste recurso é bastante simples, e não requer conhecimentos avançados tampouco comandos extensos no terminal. Para ativar o recurso, primeiro devemos fazer o download do iTimeMachine gratuitamente no seguinte endereço:  http://www.xiotios.com/itimemachine.html

Após instalado em seu Mac, abra o programa e clique no botão “Enable Airdisks”. E pronto, à partir de agora seu Time Machine irá reconhecer volumes montados remotamente como HDs e fará o backup imediatamente após sua configuração. Agora, basta compartilhar um diretório em outro computador.

Feito isso, ainda tem um “pulo do gato”. Não adianta acessar o diretório compartilhado pelo Finder diretamente que o Time Machine não irá encontrá-lo. Você deverá conectar-se manualmente ao mesmo. Para tal, abra o Finder e vá no menu “Ir > Conectar ao Servidor”. Faça a conexão direta com o IP (por exemplo, se for um compartilhamento Windows ou Linux usando Samba, conecte assim: smb://ip.do.computador). Autentique-se, caso necessário, e mande o Mac salvar a senha (para que a montagem seja automática sempre que necessário). Se tudo correr bem, você acessará a pasta compartilhada desta forma, e à partir daí, é só ir nas preferências do Time Machine e escolher este compartilhamento como disco de destino e correr pro abraço!

Sem mais desculpas para arquivos perdidos heim!

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Nov 18
Tire suas fotos, o F-spot armazena. Este fascinante software lhe permite catalogar fotos, fazer pequenos ajustes, exportar para galerias na internet, gravar num CD, enviar por e-mail e muito mais! À partir da versão 6.10 do Ubuntu Edgy Eft, o F-spot já vem instalado por padrão no seu desktop, mas ao conectarmos uma câmera digital, o software automaticamente configurado é o gphoto2 seguido do gthumb. Agora que tal configurar seu Ubuntu para centralizar toda a parte de fotografia em um só programa: O F-spot!
Primeiramente vamos configurar seu Ubuntu para utilizar o F-spot como software padrão de importação de fotos. Acesse o menu Sistema > Preferências > Unidades e Mídias Ŕemovíveis. Em seguida vá até a aba Câmeras, e na caixa de comando a ser executado ao importar fotografias, substitua todo conteúdo pelo comando “f-spot-import” conforme mostrado na imagem à seguir:
Agora conecte sua câmera digital na porta USB e ligue-a. Uma janela deverá aparecer após algum tempo solicitando que importe as fotos. Clique em “Importar” e aguarde para que o F-spot inicie o trabalho de importação das imagens contidas no cartão de memória. Clique no botão “Selecionar Etiquetas” caso queira colocá-las diretamente em alguma categoria, ou simplismente clique em “Copiar” para pular este passo (você pode colocá-las em categorias mais tarde).
Após copiar todas as fotos o F-spot não irá removê-las da câmera. Se você quiser limpar a câmera, faça isso manualmente depois (se sua câmera for montada como um dispositivo USB, você pode acessá-la pelo menu Locais -> usbdisk para que os arquivos sejam removidos por lá). Agora, você irá se deparar com a janela principal do programa exibindo todas as imagens de seu arquivo. Vamos conhecer melhor os recursos do F-spot. Esta é a interface do F-spot como podemos ver na imagem à seguir. Ao lado esquerdo, temos as categorias (etiquetas) para as fotos. Acima temos uma linha do tempo com gráficos que mostram os períodos em que mais tiramos fotos (as imagens são catalogadas com a data em que foram tiradas automaticamente). Ao centro, temos a lista de fotos e no canto inferior direito encontraremos uma barra de rolagem que nos permite diminuir ou aumentar o zoom em nosso catálogo, permitindo a visualização de mais ou menos imagens de uma só vez.
Para importar para dentro do F-spot outras imagens que você já possua no seu computador, iremos no menu Arquivo -> Importar. No menu “drop-down” clique e selecione a opção “Selecionar Pasta”. Localize o diretório em seu computador que contém as imagens e conclua a importação. Vale lembrar que por padrão o F-spot copia todas as imagens para seu banco de dados (que fica no seu diretório pessoal com o nome de “Photos”) e eu não recomendo que você desative este recurso. Portanto não mexa no diretório de fotos do F-Spot nunca! Toda a manipulação de imagens deverá ser feita de dentro do programa.
Agora que já aprendemos a importar imagens para dentro do F-spot, vamos aprender a editá-las e explorar melhor os recursos deste programa. Para abrir uma imagem, dê um duplo clique sobre ela (para voltar ao catálogo, clique 2 vezes novamente sobre a foto). Veja abaixo os principais recursos:
Ao lado esquerdo, logo acima das informações da foto, temos uma opção para selecionar a versão da foto. Qualquer alteração que você faça numa foto, ela será salva como uma cópia, de tal forma que o F-Spot sempre armazenará a imagem original como backup. Logo abaixo da foto, podemos ver um campo “Comentários” que serve para fornecer uma legenda à foto. Logo abaixo, podemos mudar as proporções da imagem para corte (Ex: 4:3, 5:6, 5:7, etc). O formato padrão aqui no brasil para revelação é o de 4:3, portanto você pode selecionar esta opção e traçar um retângulo sobre a foto para cortá-la (clique em um lugar da imagem, segure e arrasta para desenhar o retângulo). Após feito o retângulo da área que desejamos preservar (o resto será cortado fora) basta pressionar a primeira ferramenta de edição no canto inferior para proceder com o corte. Após feita qualquer modificação em uma imagem, ela será automaticamente salva como uma cópia e a versão original será preservada (e poderá ser acessada pelo menu “Versão”.
Continuando com as ferramentas de edição, ainda teremos uma ferramenta para remoção de olhos vermelhos (faça um quadrado no olho antes de utilizar esta ferramenta) , uma ferramenta para ajuste de cores, uma para conversão para preto e branco e outra para conversão para sépia (simulando imagens antigas naquelas tonalidades amareladas).
Vamos aprender agora a exportar nossas fotos para outros tipos de mídia. Selecione as imagens que deseja exportar e vá até o menu Arquivo -> Exportar. Com o F-spot você poderá:
  • Exportar para o Flickr
  • Exportar para o Picasaweb
  • Exportar para uma galeria web
  • Exportar para uma pasta local no seu computador
  • Exportar para um CD
Você ainda pode acessar o menu Arquivo -> Enviar e-mail para que uma nova mensagem com as imagens seja criada usando o Evolution.
Dica: Sempre que importar fotos novas, selecione-as, clique com o botão direito e anexe etiquetas para elas, facilitando a catalogação por categorias. Você pode criar diversas novas etiquetas (e sub-etiquetas) indo em Etiquetas -> Criar nova etiqueta.
Agora é só sair poraí tirando fotos e catalogando-as no F-Spot!!! Boas fotos!
Fazendo backup de suas fotos:
Embora o Linux seja um sistema bastante estável, é sempre bom fazer um backup de vez em quando de seus arquivos, principalmente se você pretende fazer alguma grande atualização no seu sistema ou reinstalá-lo. Para fazer um backup de suas fotos no F-Spot, salve o diretório “Photos” localizado na sua pasta pessoal (é lá que ficam todas as fotos importadas pelo F-Spot). Para não perder os dados de catalogação, faça um backup também do diretório ~/.gnome2/f-spot/ (lembrando que tudo que começa com “.” é oculto no Linux, portanto pressione “Ctrl + H” na sua pasta pessoal para ver os arquivos e diretórios ocultos.
Após formatar sua máquina e reinstalar o sistema, coloque o diretório “Photos” no seu diretório pessoal e o diretório “f-spot” dentro do diretório “.gnome2″ que está oculto na sua pasta pessoal. O backup já será restaurado.

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