Oct 18

Obrigado Adobe!

Finalmente o pessoal olhou pra nós usuários de Linux (e os de Mac também). A Adobe liberou a versão 9 do player flash para Linux, notícia quentinha. Vale ressaltar que ainda está em fase de testes, então instale por sua própria conta e risco!
Para download acessem:

http://labs.adobe.com/downloads/flashplayer9.html

Segue agora uma lista de comandos “mágicos” que deve instalar o Flash no seu Ubuntu Linux, caso você o utilize:

sudo apt-get remove flashplugin-nonfree libflash-mozplugin libflash-swfplayer
cd /tmp
wget http://www.adobe.com/go/fp9_update_b1_installer_linuxplugin
tar zxvf FP9_plugin_beta_101806.tar.gz
sudo cp ./flash-player-plugin-9.0.21.55/libflashplayer.so /usr/lib/firefox/plugins/

Agora é só reiniciar o firefox!

Se quiser agora configurar seu Ubuntu pra abrir arquivos “swf” diretamente do desktop sem precisar do browser quando der 2 cliques sobre eles, basta seguir os passos à seguir:

Abra um terminal e entre com estes comandos abaixo:

cd /tmp
wget http://www.adobe.com/go/fp9_update_b1_standalone_linux
tar zxvf FP9_standalone_beta_101806.tar.gz
sudo cp ./flash-player-standalone-9.0.21.55/gflashplayer /usr/local/bin
sudo chmod +x /usr/local/bin/gflashplayer

Agora cliquem com o botão direito num arquivo .swf e vão até propriedades. Vão até a aba “Abrir Com” e cliquem em “Adicionar”. Cliquem na opção “Utilizar um comando personalizado” e coloquem o seguinte comando: gflashplayer
Cliquem em “ADICIONAR” e na janela de propriedades ainda, certifiquem-se de que o “gflashplayer” está selecionado na lista. Cliquem em “Fechar”.

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Oct 26

Neste artigo aprenderemos a criar uma rádio de Internet onde você poderá:
- Tocar seus mp3 para seus ouvintes;
- Incluir propagandas, slogans, etc;
- Fazer uma locução ao vivo ou gravada;
- Ouvir sua rádio enquanto compartilha.

Para criar nossa rádio de internet precisaremos primeiro checar se já dispomos de tudo que será usado:

* Um computador com Linux (é obvio não?);
* Uma boa conexão para upload (recomendo cable, pois assim o download não interfere no upload);
* Glibc instalada;
* Shoutcast Server - pode ser baixado;
* Shoutcast Broadcasting Tools;

Antes de baixar o Shoutcast Server, cheque sua licença de uso.

Você pode pegar o Shoutcast Server e o Shoutcast Broadcasting Tools nos respectivos links:
Shoutcast Server
Shoutcast Broadcasting Tools

Vamos começar então pelo server. Extraia o arquivo e ele criará um diretório:

$ tar -zxvf shoutcast-1-9-2-linux-glibc6.tar.gz

Agora extraia o Shoutcast Broadcast Tools:

$ tar -zxvf sc_trans_posix_040.tgz

Vamos entrar no diretório do server e veremos alguns arquivos. Abra o arquivo “sc_serv.conf” no seu editor de textos favorito. Este é o arquivo de configuração do server. Você pode alterá-lo de acordo com suas necessidades, mas iremos modificar o seguinte aqui.

Procure a linha “Password” e altere com sua senha personalizada:
Password=suasenhaaqui

Você também poderá alterar a porta, que por padrão é a 8000:

PortBase=8000

Salve e feche o arquivo. Vamos ao diretório do Shoutcast Broadcast Tools. Abra o arquivo “sc_trans.conf” no seu editor de texto e vamos alterar algumas linhas:

Password=blablabla # Substitua o “blablabla” pela senha configurada acima no server
ServerIP=localhost # Deixe seu IP ou “localhost”. Coloque outro IP caso o server esteja rodando em outra máquina
ServerPort=8000 # Deixe a porta configurada no server
StreamTitle=????? # Coloque o título da sua rádio
StreamURL=????? # Coloque o endereço da página de sua rádio
Genre=????? # Coloque o gênero da sua rádio (rock, pop, techno, etc)
Shuffle=1 # Marque “1″ caso queira que as músicas toquem aleatoriamente. Marque 0 caso queira escolher a ordem das músicas
Bitrate=80000 # Escolha o Bitrate que es músicas ficarão na rádio (quanto maior o bitrate maior a qualidade e melhor conexão você deverá ter)
SampleRate=44100 # Escolha o rate (quanto maior o rate maior a qualidade e melhor conexão você deverá ter)
Quality=1 # Escolha a qualidade para transmissão. Note que 1 é a maior qualidade e 10 é a menor. (quanto maior a qualidade melhor conexão você deverá ter)
Public=1 # Marque um para que a rádio seja listada na lista pública de rádios na página do Shoutcast ou coloque 0 para que ela não seja listada.
AIM=?????? # Seu AOL Instant Messenger
ICQ=?????? # Seu ICQ
IRC=?????? # Seu canal de IRC

ATENÇÃO: Agora vamos nos atentar para esta linha:

PlaylistFile=example.lst

Esta linha indica qual a playlist que será tocada. Você pode deixar “example.ls” e editar o arquivo “example.pl” ou modificar para uma nova playlist e criá-la.

Caso você tenha optado por uma nova playlist, crie um arquivo de texto com o nome da sua playlist (minha_playlist.pl por exemplo) e caso tenha deixado como “example.pl” abra esse arquivo num editor de textos então.

Dentro dessa playlist você irá colocar a lista das músicas que tocarão na sua rádio da seguinte forma:

#início da Playlist
/home/usuário/mp3/rock/Led Zeppelin - Your Time Is Gonna Come.mp3
/home/usuário/mp3/rock/Pink Floyd - Money.mp3
/home/usuário/mp3/rock/Nightwish - The Carpenter.mp3
/home/usuário/mp3/blues/Eric Clapton e BB King - Riding With The King.mp3

Caso queira que sua rádio toque o som que estiver tocando no seu computador, como por exemplo o que seu XMMS está tocando ou o que você está falando no microfone, apenas deixe a linha:
DSP:/dev/audio
ou
DSP:/dev/dsp

dependendo do seu dispositivo de som.
PS: Isso nem sempre funciona :(
E por aí vai. Dá um trabalhinho, mas vale à pena.
Feito isso salve e feche o arquivo.

Vamos pôr esta belezura para funcionar agora!

Execute primeiro o server:

$ cd shoutcast-1-9-2-linux-glibc6
$ ./sc_serv
SHOUTcast Distributed Network Audio Server
** Copyright (C) 1998-2000 Nullsoft, Inc. All Rights Reserved.
** Use “sc_serv filename.ini” to specify an ini file.

Event log:
<03/15/04@13:42:32> [SHOUTcast] DNAS/Linux v1.9.2 (Nov 25 2002) starting up…
<03/15/04@13:42:32> [main] pid: 3675
<03/15/04@13:42:32> [main] loaded config from sc_serv.conf
<03/15/04@13:42:32> [main] initializing (usermax:32 portbase:8000)…
<03/15/04@13:42:32> [main] No ban file found (sc_serv.ban)
<03/15/04@13:42:32> [main] No rip file found (sc_serv.rip)
<03/15/04@13:42:32> [main] opening source socket
<03/15/04@13:42:32> [main] source thread starting
<03/15/04@13:42:32> [source] listening for connection on port 8001
<03/15/04@13:42:32> [main] opening client socket
<03/15/04@13:42:32> [main] Client Stream thread [0] starting
<03/15/04@13:42:32> [main] client main thread starting
<03/15/04@13:42:48> [sleeping] 0 listeners (0 unique)

Note que você verá sempre o número de ouvintes… no caso 0.

Agora vamos iniciar o Broadcast Tools.

Em outro terminal, entre no diretório do BroadCast Tools e então execute o executável para Linux:

$ ./sc_trans_linux
TRANScast Distributed Network Audio Content Provider
** Copyright (C) 2000 Nullsoft, Inc. All Rights Reserved.
** Use “sc_trans filename.conf” to specify a config file.

[conf] Warning: invalid item on line 69
<03/15/04@13:44:36> [TRANSCast] DNAS/posix v0.400-LAME (Mar 4 2003) starting up…
<03/15/04@13:44:36> [MAIN] PID: 3717
<03/15/04@13:44:36> [MAIN] Loaded config from sc_trans.conf
<03/15/04@13:44:36> [MAIN] Loading playlist (example.lst)
<03/15/04@13:44:36> [MAIN] Found (38) entries in playlist
<03/15/04@13:44:36> [MAIN] Playlist decoder thread starting
<03/15/04@13:44:36> [MAIN] Streaming thread starting
<03/15/04@13:44:36> [STREAM] Creating stream socket
<03/15/04@13:44:36> [STREAM] Resolving stream host
<03/15/04@13:44:36> [STREAM] Connected to host server
<03/15/04@13:44:36> [STREAM] Host server gave success (OK2)
<03/15/04@13:44:36> [STREAM] Stream to localhost established
<03/15/04@13:44:36> [STREAM] Sending stream information
<03/15/04@13:44:37> [DECODE] Opened Papa Roach - Black clouds.mp3
<03/15/04@13:44:38> [MAIN] Title Updated

Note que a primeira música que meu server está tocando é “Papa Roach - Black Clouds.mp3″.

Agora seu server está pronto. Caso você queira ouvir, abra seu XMMS, vá em ADD > URL e entre com a URL:

localhost:8000

Troque o 8000 pela porta que você escolheu.

Para seus amigos ouvirem eles devem conectar pelo seu IP:

seuip:8000

Você pode visualizar sua rádio direto da internet pelo:

http://localhost:8000
ou então
http://ipdoserver:8000
(mande este endereço para seus amigos)

Lá existe uma interface web para sua rádio.

É isso aí, rádio tocando! Você pode então curtir o som e ao mesmo tempo mandar o IP para seu amigos ouvirem. Depois de ter aberto seu server por um minuto, ele já deve estar listado no diretório da Shoutcast (caso você tenha o tornado público).

Vá ao site www.shoutcast.com e faça uma busca com o nome exato de sua rádio e você verá que ela está listada na internet ;)

Um forte abraço amigos!

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Oct 10

Esta sem dúvida é uma das dúvidas mais comuns dentre usuários novatos no Linux. Se você sempre quis saber como instalar programas (principalmente aqueles .tar.gz e .tar.bz2), e quando pergunta num forum o pessoal manda você olhar no Google, leia este texto que lhe será muito útil.

Instalar programas no Linux sem dúvida é a tarefa mais difícil a se aprender do ponto de vista do deskstop, seja ele corporativo ou pessoal. Na verdade, instalar programas no Linux é muito fácil, contando que tenhamos o pacote certo para nossa distribuição (mas nem sempre dispomos de tal). Você ja deve ter ouvido falar muito na palavra “pacote”. Pois bem, no Linux chamamos de pacote um arquivo que contêm um programa, um conjunto de bibliotecas ou mesmo alguns arquivos compactados. Quando vamos instalar um programa no Linux, primeiro devemos seguir os passos a seguir:
1 - Procurar por um pacote já compilado específico para nossa distribuição.
Este passo significa tentar localizar o programa já prontinho para uso. Verifique qual o formato de empacotamento que sua distribuição usa (rpm, deb, tgz, etc). Primeiramente tentamos achar o pacote nos sistemas de instalação automatizada de sua própria distribuição (apt-get, yast, yum, etc). Se não encontrarmos, devemos então partir em busca do pacote pela internet. Ao encontrar o pacote, devemos nos atentar para qual versão do Linux ele se destina e qual distribuição. Geralmente você pode saber isso pelo próprio nome do arquivo. Por exemplo: um pacote rpm para fedora core 3, geralmente tem “FC3″ no nome. Pesquise pela descrição, e se não encontrar o programa para a versão exata de sua distribuição, tente a mais próxima (um pacote do conectiva 9 tem muito mais chance de dar certo no conectiva 10 do que um do suse, por exemplo). Se você está atraz do jogo “foobillard” para “fedora 4″, por exemplo, tente buscar no google pelos termos “foobillard fedora 4 rpm”.
2 - Tentar localizar um pacote binário instalável
Alguns programas possuem instaladores e já vem compilados de tal forma que rodem em praticamente qualquer distribuição. Um exemplo disso é o Firefox que possui um instalador gráfico inclusive. Esse tipo de pacote geralmente vem com extensões “.bin” ou “.run”. Para instalar um programa destes, basta executá-lo por um terminal como administrador. Para isso utilize: “sh programa.run”. Caso não funcione, adicione permissão para execução (chmod +x programa.run) e em seguida execute “./programa.run”.
3 - Procure um pacote “.package”
Existe um formato automatizado de instalação que se chama “auto package”. Geralmente os programas que o utilizam também podem ser encontrados em outros tipo de pacotes (rpm, deb, etc), mas nem sempre na última versão. Esta é uma ótima alternativa a sistemas com pacotes obsoletos. Você pode procurar por pacotes “.package” no site oficial que está aqui. Para se instalar um pacote “.package” o procedimento é semelhante ao dos pacotes “.run” ou “.bin”. Basta executá-los que todo o processo será automatizado.
4 - Pegar o código fonte (pacotes “.tar.gz” e “.tar.bz2″)
Em último caso você deve pegar os pacotes do código fonte (a menos que você realmente queira compilar o programa para otimizá-lo para sua máquina). Os pacotes “source” (estes que vêm o código fonte) são bem mais complicados de se instalar que os outros. Basicamente você não baixará o programa, mas apenas seus códigos assim como os programadores o criaram. Você deve então transformá-los em binários (executáveis que só o computador entende) para então executá-los. Este processo se chama “compilação”. Não é nenhum bixo de 7 cabeças, mas para quem está acostumado com a tecnologia “NNF” (Next, Next, Finish) pode se tornar um processo um tanto quanto cansativo, porém para alguns é quase que uma terapia ^_^.
Primeiramente devemos nos certificar se possuimos os compiladores básicos instalados e demais ferramentas necessárias para o processo. Para programas escritos em “C”, os pacotes são: make, binutils, gcc, ncurses, ncurses-devel, cpp e tk. Possivelmente você também pode precisar do dialog, kernel-source, kernel-headers e diversos outros pacotes de desenvolvimento de bibliotecas. Algumas distribuições facilitam a instalação destes pacotes de compilação através de um “meta-pacote” (um pacote “falso” que traz todos os outros como dependência). No Conectiva, por exemplo, este pacote se chama “task-c-compiling” e no Ubuntu “build-essential”. Com estes pacotes básicos instalados vamos para o próximo passo.
A arte de compilar e instalar pacotes, em 90% dos casos, está em ler a documentação. Se você conseguiu me aguentar até aqui neste artigo, provavelmente não terá problemas quanto a isso, mas para os preguiçosos de plantão, estes sim irão quebrar a cabeça e dizer que Linux é difícil… rs. Ao extrair o pacote source, você provavelmente encontrará um arquivo “README” e um arquivo “INSTALL”. O arquivo readme geralmente traz algumas notas do programa e o arquivo install traz instruções de instalação. Lá você ficará sabendo o que instalar antes de compilar seu pacote. Estes pacotes adicionais que devemos instalar são chamados de “dependências”. Preste muita atenção para o seguinte detalhe: Quando vamos compilar algo, precisamos dos pacotes de desenvolvimento de cada dependência. Eles geralmente possuem uma terminação diferenciada como “-dev” ou “-devel”. Você pode instalar a maioria deles pela ferramenta automatizada de instalação da sua distribuição. Se no arquivo install diz que é preciso ter a biblioteca “libsdl” não basta instalar apenas este pacote, mas também o “libsdl-dev” que contém os arquivos de desenvolvimento da biblioteca. Este é o grande “pulo do gato” se é que existe um.
Bem, vamos agora executar o script “configure” que está na maioria dos pacotes a serem compilados da internet. Para isso abrimos um terminal, vamos através dele até o diretório onde estão os arquivos descompactados e o executamos da seguinte forma:
./configure
Este script irá checar se seu computador atende às necessidades mínimas para se compilar o programa. É muito provável que ele não chegue no final de uma vez, mas pare no meio reclamando com algum erro mas fique calmo! Preste atenção nesse erro, pois geralmente ele já lhe indica a solução. Se ele disser por exemplo que não encontrou determinada biblioteca, pode ser que ela não esteja instalada ou então você se esqueceu do pacote de desenvolvimento dela (lembra dos “-dev”?). Instale a dependência e execute novamente o script configure. Se ele parar em outro arquivo, vá atraz da dependência e assim até ele executar tudo sem dar nenhum erro. Ao final ele cria o arquivo Makefile e alguns arquivos de configuração. De posse do Makefile e com tudo configurado corretamente é hora de compilar. Use o seguinte comando:
make
Este processo geralmente demora muito, então aproveite para tomar uma água, ir ao banheiro ou as duas coisas, não necessariamente nesta ordem. Dependendo do programa o processo pode levar horas, e dependendo pode levar segundos. Se algum erro aparecer nesta parte do processo, recomendo que você coloque as mensagens de erro em um forum de Linux especializado, pois as mensagens de saída do compilador não são tão fáceis de se decifrar quanto as do script de configuração. Se tudo correr bem, após algum tempo o compilador termina o trabalho sem erros. Pronto agora você já possui o programa compilado. Geralmente você pode executá-lo direto do diretório (normalmente o executável fica dentro do diretório “src”), mas se você quiser pode instalá-lo agora e o deixar disponível para todos usuários. Para fazer isto, torne-se root, vá até o diretório que contém o programa compilado (você pode usar o comando “su” apenas sem aquele tracinho “-” para virar root e permanecer no diretório) e execute:
make install
Após instalado, você deve guardar o diretório com o programa compilado e desinstalado. Recomendo que você o copie para o diretório do root (/root). Ele será necessário para se no futuro você quiser desinstalar o programa. Para desinstalar o programa, como root entre no diretório dele e execute:
make uninstall
Se você não quiser guardar o código fonte e prefirir algo mais automatizado, recomendo pesquisar sobre um software chamado “checkinstall”. Ele é encontrado em distribuições baseadas no RedHat e Debian (rpm e deb). Se você o instalar, tudo que deve fazer é, ao invés de executar o “make install” executar “chekinstall” que ele fará alguma perguntas para você. Quando terminar ele irá instalar o programa e ao mesmo tempo criar um pacote rpm ou deb (dependendo do sistema de empacotamento utilizado pela sua distribuição). A vantagem de se utilizar o checkinstall é que você pode desinstalar o programa mais tarde pelo gerenciador de pacotes de sua distribuição sem precisar guardar o código fonte, e de quebra pode mandar o pacote que você criou compilado para seus amigos que também partilham da mesma distribuição que você (pode ser que não funcione devido a falta de bibliotecas necessárias no computador de seus amigos. Instale as mesmas bibliotecas que você utilizou no momento da compilação).
Não se esqueça de ler a documentação. A maioria dos programas a serem compilados são instalados da forma acima, mas muitos deles possuem métodos diferenciados e/ou são escritos em outras linguagens, portanto utilizam outros compiladores.

Com isso concluimos um breve tutorial que deve introduzir muitos usuários na arte de instalar programas no Linux. Sempre que surgir uma dúvida lembre-se de pedir ajuda em uma comunidade Linux que sempre há alguém disposto a lhe ajudar.

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